Comerciantes de Beja temem que crise prejudique vendas de Natal

Comerciantes de Beja temem que

Este vai ser um Natal em que os baixo-alentejanos andarão de calculadora na mão!
Essa é, pelo menos, a expectativa da maioria dos comerciantes bejenses, que teme que a crise afecte o consumo durante aquela que é, por norma, a melhor época do ano para se fazer negócio.
“A crise já está a notar-se – e de que maneira – e as perspectivas não são nada animadoras! As pessoas pensam duas vezes antes de gastar dinheiro e a gente sabe que é mesmo assim, estamos preparados e mentalizados para isso”, diz ao “CA” António Leandro, presidente da cooperativa que gere o centenário Luiz da Rocha, onde trabalham 37 pessoas.
Igualmente apreensiva está Célia Dias, sócia da Mestre Cacau, empresa fundada em 2005 e que tem tido sempre no Natal a sua “época alta” em termos de vendas.
“De um modo geral, o período entre Outubro e Dezembro representa cerca de 60% das nossas vendas”, vinca a empresária, que este ano espera ver diminuir esse valor, ainda que não aponte o dedo apenas à “malfadada” crise.
“Esperamos ter uma quebra na nossa loja, mas especialmente devido ao prolongar das obras que se verificam no centro da cidade [Portas de Mértola] desde há largos meses. Acreditamos que no final esta zona da cidade fique bastante agradável, mas este atraso está a afectar-nos, assim como aos nossos colegas comerciantes”, argumenta.

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Correio Alentejo

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