O ano que passou e o que está para vir

Quinta-feira, 21 Dezembro, 2017

Carlos Pinto

director do correio alentejo

Falta pouco mais de uma semana para o final do ano. E na hora de fazer o balanço, é caso para escrever que de 2017 ficam muitas memórias e, sobretudo, momentos marcantes para toda a região do Baixo Alentejo: da classificação de Castro Verde como Reserva da Biosfera da UNESCO ao agravamento da seca em todo o território e do anúncio da obra que vai permitir a chegada da água do Alqueva à albufeira do Monte da Rocha; da vitória clara do PS nas eleições Autárquicas 2017 (com destaque para os triunfos em Beja, Castro Verde e Moura) ao descalabro do PCP e às cisões no seio do PSD em Almodôvar, concelho onde o partido mais implantação tinha; do avanço do projecto do zinco em Neves-Corvo ao regresso da luta laboral na Somincor e das greves nas minas de Aljustrel; da estreia do almodovarense Diogo Gonçalves na equipa principal do Benfica à consagração mundial do músico bejense António Zambujo.
Tudo isto fez de 2017 um ano para não esquecer. Pelos bons… e pelos maus motivos. E chegados a este momento, o que desejar para 2018?
Desde logo, no plano da Saúde, que sejam criadas as condições necessárias (humanas e materiais) para proporcionar um reforço dos cuidados prestados à população. Em matéria económica, que o clima de recuperação que vigora no país se mantenha, que haja cada vez mais turistas entre nós e que, no caso concreto do aeroporto de Beja, os projectos anunciados possam efectivamente ser concretizados. E que haja mais apoios para as instituições de solidariedade social do Baixo Alentejo, permitindo assim reforçar o apoio a idosos e famílias carenciadas. Só que tudo isto se cumpra e já o próximo ano será muito bom para o Baixo Alentejo.

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