Câmara de Sines com orçamento de 33,5 milhões

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A Câmara de Sines vai ter este ano o orçamento “mais baixo desde 2004”, de cerca de 33,5 milhões de euros, devido a vários “condicionalismos” que “diminuem a capacidade financeira” da autarquia.
O Município, que passou a ser liderado pelo PS desde as últimas autárquicas – antes tinha maioria de um movimento independente -, explica que o orçamento para este ano e as Grandes Opções do Plano são “marcados pelos condicionalismos financeiros”.
Os documentos já foram aprovados pela assembleia municipal e, no que respeita ao orçamento, a rondar os 33,5 milhões de euros, representa menos “12,3 milhões” do que o orçamento revisto de 2013 e é “o mais baixo desde 2004”.
Como justificação, o Município aludiu “aos condicionalismos” que a gestão camarária vai enfrentar este ano.
“Um conjunto de novos diplomas legais, cortes, obrigações e compromissos já assumidos” pela câmara “diminuem a capacidade financeira para investir em 2014 e nos anos seguintes”, argumenta a autarquia.
Face a esta situação, “a nossa preocupação foi ter um orçamento equilibrado, aproximado daquilo que será a execução expectável”, explica o presidente da Câmara, o socialista Nuno Mascarenhas.
O autarca, citado no comunicado divulgado pelo Município, diz ainda que o montante adstrito a novos investimentos este ano vai ser de quatro milhões de euros.
Este montante, precisa, “não coincide com a verba inscrita em orçamento” para esse capítulo (cerca de 10,8 milhões de euros) porque “nela estão incluídos projectos já iniciados que transitam para 2014”.
Os novos documentos previsionais do Município de Sines foram aprovados na Assembleia Municipal por maioria, com os votos a favor do PS e as abstenções do movimento independente SIM, CDU e PSD.
No que respeita às Grandes Opções do Plano 2014-2017, a Câmara Municipal pretende, na área da economia e do emprego, adoptar uma “atitude proactiva na atracção de investimentos sustentáveis” e apoiar o comércio local.
Quanto à solidariedade e acção social, o Município salienta que vai procurar implementar a Rede do Medicamento de Sines – Farmácias Solidárias – para “apoiar as pessoas mais carenciadas através da comparticipação na aquisição de medicamentos”.
Os documentos incluem também as principais apostas do novo executivo para áreas como a educação e formação, juventude, cultura, desporto, segurança, vida urbana, saúde e ambiente, recuperação urbana e património, planeamento e ordenamento do território ou turismo, mar e pescas, entre outras.

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Correio Alentejo

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