A Boliden é a proprietária da mina de Neves-Corvo desde 16 de abril de 2025, após ter concluído a sua aquisição junta da Lundin Mining, juntamente com a mina de Zinkgruvan, na Suécia, por cerca de 1,44 mil milhões de euros.
Nesse sentido, o diretor-geral da empresa concessionária de Neves-Corvo, Gunnar Nyström, reconhece ao “CA” que “o ano de 2025 foi um período de transição decisiva e reposicionamento estratégico marcado pela consolidação da operação na esfera da Boliden e pela preparação das bases para um ciclo de crescimento sustentável em 2026 e anos seguintes”.
“Para lá de outros investimentos que visam garantir a estabilidade produtiva, a segurança operacional e o prolongamento da vida útil da mina”, acrescentou o gestor sueco.
De acordo com Nyström, entre as prioridades da empresa para 2026 surge o “reforço da exploração, incluindo perfurações de superfície na extensão norte do jazigo Lombador, estudos geofísicos adicionais e a atualização da viabilidade da mineralização da Semblana”.
A par disso, continuou, a concessionária de Neves-Corvo prevê aumentar o “desenvolvimento subterrâneo, reforçando a capacidade operacional da mina”, assim como concluir a certificação GISTM (Global Industry Standard on Tailings Management), “garantindo padrões de segurança e sustentabilidade internacionalmente reconhecidos”.
“Estas prioridades reforçam a estratégia da Boliden para consolidar Neves‑Corvo como um dos pilares europeus na produção de metais essenciais à transição energética”, afiançou Gunnar Nyström.








