Bispo de Beja acha que novo papa não deve ser europeu

Bispo de Beja acha que novo

O bispo de Beja admite que depois da resiganção de Bento XVI, seria “um bom sinal” da Igreja Católica que o futuro papa viesse de um país de fora da Europa.
“Penso que seria um bom sinal da catolicidade da Igreja se não fosse europeu. Mas muito novo também não, para não ficar muitos anos em funções, caso não resigne, como fez Bento XVI”, afirma ao “CA” D. António Vitalino Dantas.
O conclave que deve eleger o sucessor de Bento XVI poderá começar antes do dia 15 de Março e o bispo de Beja afirmar confiar na escolha que os cardeais tomarem.
“Confio nos cardeais que participam no conclave para eleger o novo Papa e, sobretudo, acredito na inspiração do Espírito Santo, que fará recair a escolha em quem a Igreja precisa neste momento da sua história”, diz o prelado.
Sobre o pontificado de Bento XVI, D. António Vitalino Dantas refere que ele foi o papa “que a Igreja e o nosso tempo precisava”.
“Foi difícil para ele suceder ao carismático e popular João Paulo II, mas, fiel ao seu estilo de professor e pensador, foi dando respostas profundas aos problemas do nosso tempo e da vida da Igreja, com muita coragem e sabedoria, sem procurar a popularidade fácil”, vinca.

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Correio Alentejo

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