Na véspera do arranque de mais uma edição da Feira de Garvão, o presidente da Câmara de Ourique, Marcelo Guerreiro, frisa que se trata da “mais tradicional, mais genuína e mais rústica do sul do país”, esperando três dias de “casa cheia”.
O que é que a Feira de Garvão tem de especial?
A Feira de Garvão é a mais tradicional, mais genuína e mais rústica do sul do país e tem isso de especial. É diferenciadora pela rusticidade, pela tradição que carrega e é, por isso, um momento importante de afirmação das nossas tradições e do nosso mundo rural. É também um momento de encontro entre as nossas gentes, entre quem tradicionalmente vive e se encontra na Feira de Garvão e, por isso, acredito que sejam três dias importantes para o concelho de Ourique, para a afirmação da nossa terra, do nosso concelho e das nossas tradições.
Quais são as expectativas para este ano? Três dias com “casa cheia”?
A expectativa é sempre de muita gente, de muitos visitantes a virem a Garvão para viver o espírito e as tradições da feira.
A Feira de Garvão estava muito associada ao negócio de gado no passado. Ainda é assim no presente?
São tempos diferentes! Naturalmente que antigamente havia muita transação de gado na feira, mas hoje a realidade da produção pecuária e das transações de animais são diferentes e a feira também evoluiu, com a exposição agropecuária. Mas mesmo sendo tempos diferentes, a feira continua a ter muito negócio e muito impacto económico, nomeadamente em outras áreas como o artesanato, a gastronomia ou os produtos locais. Por isso, é uma feira que continua, sem dúvida, a ter muito impacto económico no território.












