Combate a incêndios no Baixo Alentejo com mais meios em 2026

O dispositivo de combate a incêndios no Baixo Alentejo vai mobilizar este ano, na fase mais crítica, um total de 291 operacionais, apoiados por 71 veículos e quatro meios aéreos.

Segundo os dados do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) para este ano, na fase Bravo, que arranca nesta sexta-feira, 15, e termina a 31 de maio, a região vai contar com 259 operacionais (mais 54 do que em 2025) e 59 veículos de apoio (mais 19), estando ainda disponíveis um helicóptero bombardeiro ligeiro (HEBL) e dois aviões bombardeiros médios (AVBM).

Já no nível Charlie, entre 1 e 30 de junho, vão integrar o dispositivo 278 operacionais (mais 38 do que em 2025), 68 veículos (mais 18), dois HEBL e dois AVBM. No segundo reforço, com a mesma denominação, de 1 a 31 de outubro, a região vai ter à disposição 277 operacionais (mais 37 do que no ano transato), 69 meios terrestres (mais 19) e um HEBL.

Pelo meio, na fase Delta, a “mais crítica” e que ocorre entre os dias 1 de julho e 30 de setembro, o dispositivo será constituído por 291 operacionais (mais 47 do que no ano passado), 71 veículos (mais 21), dois HEBL e dois AVBM.

Os operacionais envolvidos no DECIR são elementos pertencentes aos bombeiros voluntários, na sua maioria, Força Especial de Proteção Civil e militares da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR e das Forças Armadas.

O dispositivo integra igualmente elementos do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, sapadores florestais e sapadores bombeiros florestais, assim como trabalhadores da empresa AFOCELCA (empresa de proteção florestal vocacionada para o combate a incêndios rurais).

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Correio Alentejo

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