Vereadores do PS em Beja exigem intervenção da autarquia

Vereadores do PS em Beja

Os vereadores do PS na Câmara de Beja exigem que a autarquia tome posição e defina acções concretas sobre o que classifica de “assuntos graves” para o futuro do concelho.
Em comunicado enviado ao “CA”, os eleitos socialistas “estranham” o actual “silêncio” da Câmara de Beja sobre algumas matérias, considerando mesmo que “muita da postura reivindicativa anteriormente assumida pela CDU parece agora estar inexplicavelmente adormecida”.
Isto “numa altura em que a gravidade dos problemas que se afiguram eminentes aconselhava uma defesa activa dos interesses da região em matérias tão importantes como educação, saúde e perda de serviços decentralizados”, acrescenta a nota do PS.
Entre as preocupações dos socialistas está a extinção da Direcção de Estradas de Beja, tendo o seu director sido colocado na sede da empresa em Almada, assim como o facto do processo de encerramento de camas no hospital da cidade continuar “em ritmo acelerado”.
“O executivo CDU da Câmara Municipal de Beja, também aqui, conforma-se com as explicações do conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, sem encetar qualquer actuação que contrarie o processo em curso”, criticam os vereadores do PS.
Os eleitos socialistas manifestam igualmente a sua preocupação com os problemas verificados “a todos os níveis” nos megas-agrupamentos escolares, “muito especialmente no ensino especial, nas questões de segurança e nas condições de ensino, sem que o executivo em permanência intervenha ou tome qualquer posição pública”.
Finalmente, os vereadores do PS temem que a reforma do Ensino Superior redunde numa “centralização em Évora” e consequente “despromoção ou encerramento” de algumas das escolas do Instituto Politécnico de Beja.
“Do actual executivo maioritário nem uma palavra ou acção”, lamentam os eleitos do PS, garantindo já terem levantado algumas destas questões em reunião de Câmara, mas sempre com respostas por parte da equipa comunista liderada por João Rocha “totalmente insatisfatórias perante a gravidade da situação”.

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Correio Alentejo

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