Sindicato exige 35 horas semanais de trabalho na Universidade de Évora

Sindicato exige 35 horas semanais

O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas (STFPSSRA) exige a aplicação de 35 horas semanais de trabalho para o pessoal não docente da Universidade de Évora (UÉvora).
"Queremos de volta as 35 horas semanais. Entendemos que a universidade tem autonomia para assinar connosco o Acordo Colectivo de Entidade Empregadora Pública (ACEEP)", afirma Margarida Machado, do STFPSSRA, em declarações à Agência Lusa.
Contactada pela Lusa, fonte da UÉvora refere que a instituição "está disponível" para discutir o assunto com os sindicatos e que vai ser agendada, em breve, uma reunião.
A dirigente do STFPSSRA realça que, em Maio passado, o sindicato enviou um pedido de reunião para a reitoria da Universidade de Évora e, posteriormente, uma carta com a proposta de ACEEP, sem ter obtido uma resposta.
Margarida Machado diz que foi explicado ao sindicato que "teria havido um lapso" e que a reitora da UÉvora, Ana Maria Costa Freitas, "não teria tido conhecimento" do pedido de reunião e da proposta de ACEEP.
"Entendemos que as 40 horas semanais é um castigo para os trabalhadores", frisa, considerando que a medida "provoca normalmente mais despesas, com gastos em luz, e nem os serviços melhoram".
A sindicalista culpabiliza o Governo, alegando que a aplicação das 40 horas semanais de trabalho ao pessoal não docente da academia "não surgiu propriamente da universidade".
A UÉvora tem cerca de 400 trabalhadores não docentes.

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Correio Alentejo

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