Quercus liberta aves de rapina em Odemira

Quercus liberta aves

Várias aves de rapina são devolvidas à natureza esta terça-feira, 8, em Odemira, pelo Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Santo André (CRASSA) da Quercus.
Um bufo-real, um mocho-galego, duas corujas-do-mato e uma coruja-das-torres são alguns dos animais que vão ser libertados, a partir das 19h30, na serra de Odemira, numa iniciativa que serve também para assinalar o 26º aniversário do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e da Costa Vicentina (PNSACV).
Segundo a associação ambientalista, as aves foram recolhidas em vários concelhos do Alentejo e entregues, na maioria dos casos, pelo Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR no CRASSA.
Os exemplares foram marcados com anilhas metálicas, além de terem sido efectuadas as suas biometrias, que permitem a sua identificação em caso de recaptura, realça a Quercus.
O Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Santo André, no Litoral Alentejano, foi inaugurado em 1992 e, desde então, já recebeu mais de 2.500 animais, dos quais 97 por cento são aves.
Na semana passada, deram entrada no centro mais seis aves: duas águias-de-bonelli, duas águias-de-asa-redonda, uma garça-real e um andorinhão-preto.

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Correio Alentejo

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