Quatro dias de greve nas minas de Aljustrel

Quatro dias de greve

Os trabalhadores das minas de Aljustrel iniciam nesta quarta-feira, 22 de Novembro, uma greve de quatro dias que se prolonga até às 8h30 de domingo, 26. A paralisação abrange os trabalhadores das empresas Almina, Empresa de Perfuração e Desenvolvimento Mineiro (EPDM) e Urmáquinas. De acordo com o STIM, a greve em Aljustrel tem como objectivos “a melhoria dos salários e demais matérias de expressão pecuniária”, a “melhoria das condições de saúde e segurança no trabalho” e a “humanização dos horários de trabalho na lavaria”.
A “normalização das relações de trabalho na empresa, contra a repressão sobre os trabalhadores” e a defesa do “direito à negociação e pelo reconhecimento do sindicato representativo dos trabalhadores” são outros dos motivos que sustentam o pré-aviso de greve nas minas de Aljustrel.
“Os trabalhadores chegaram ao seu limite e querem mostrar a sua indignação”, sublinha ao “CA” Luís Cavaco, coordenador da Direcção do STIM e membro do Secretariado da Direcção Nacional da Fiequimetal.
De acordo com este responsável, o STIM pretende sentar-se “à mesa” com a administração das minas de Aljustrel, para que esta “sinta que os trabalhadores estão completamente insatisfeitos”.
Neste primeiro dia de greve dos trabalhadores das minas de Aljustrel o PCP irá marcar presença no local com uma delegação, onde estará o deputado europeu João Pimenta Lopes.

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Correio Alentejo

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