Presidente do Lar Jacinto Faleiro apresenta demissão

Presidente do

Leandro Gonçalves apresentou, na terça-feira, 30 de Junho, a demissão dos cargos de presidente da direcção do Lar Jacinto Faleiro (Castro Verde) e também de vogal do PS na Assembleia Municipal de Castro Verde.
A decisão de Leandro Gonçalves surge depois de uma denúncia apresentada ao Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja (TAFB) pelos vereadores da CDU na Câmara de Castro Verde, Francisco Duarte e António João Colaço, em que solicitavam a sua demissão do cargo de chefe de gabinete devido ao facto de desempenhar estas duas funções.
Em nota publicada na sua página no Facebook, Leandro Gonçalves lembra que “em ambos os casos” foi “eleito democraticamente” e que, “em ambos os casos, não auferia qualquer remuneração certa e permanente”.
Ainda assim, escreve Leandro Gonçalves, perante a queixa apresentada no TAFB e “após ponderar todos os factos e, apesar de vários pareceres no sentido da total falta de lógica desta pretensão, a mera possibilidade da existência de uma situação de incompatibilidade, para quem me conhece, é absolutamente contrária à minha forma de estar na vida, seja a que título for”.
“Assim, e para que não exista prejuízo para a instituição e para que não subsista qualquer constrangimento no exercício da minha acção de vogal municipal, assumi esta posição”, continua, acrescentando: “Tal não significa que tenha desistido de provar a inexistência de qualquer incompatibilidade. E prová-lo significa que a acção dos vereadores da CDU nada tem que ver com a defesa do interesse público e de Castro Verde, antes, é minha convicção, pretende apenas atingir pessoalmente um eleito e procura concretizar por outros meios aquilo que não alcançaram pela via democrática”.
Entretanto, em comunicado, os dois vereadores eleitos pela CDU na Câmara de Castro Verde garantem que “não agem ao sabor de questões pessoais” e que a denúncia que fizeram “foi feita no âmbito de uma obrigação que lhes é cometida enquanto eleitos de um órgão autárquico perante uma situação de potencial ilegalidade”.

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Correio Alentejo

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