“Por Beja com Todos” quer mais apoios para escolas

“Por Beja com Todos” quer

O movimento “Por Beja com Todos” exige que sejam colocados nas escolas da cidade os recursos indispensáveis ao apoio dos alunos com necessidades educativas especiais.
“A inclusão é um direito consagrado na Constituição. Mais do que tudo é um dever para com os nossos concidadãos que deve ser cumprido”, frisa o movimento em comunicado emitido esta terça-feira, 22, após reunião da comissão dinamizadora.
De acordo com o movimento, nos mega-agrupamentos escolares de Beja “ainda não foram colocados alguns professores de ensino especial, nem os terapeutas de várias áreas, nem os assistentes operacionais necessários ao enquadramento técnico adequado”.
“Algumas escolas referem só ter sido possível receber os alunos graças ao empenho que os professores e os assistentes operacionais vêm dedicando a estes”, assegura o movimento, revelando, contudo que neste momento “está seriamente comprometida a qualidade do apoio se as actuais condições se mantiverem”, existindo mesmo “casos de alunos que ainda não começaram o ano lectivo e se encontram em casa”.
Além do mais, continua o comunicado do “Por Beja com Todos”, “a falta daqueles apoios acaba por prejudicar todos os alunos”, sendo já evidente, cinco semanas após o início do ano lectivo, “nalguns desses alunos com deficiências e necessidades educativas especiais, os efeitos negativos” da situação, “incluindo regressões nos respectivos processos de aprendizagem e de desenvolvimento”.
Tudo isto leva o movimento a “reclamar do Governo, do Ministério da Educação e das comissões administrativas provisórias dos mega-agrupamentos escolares que, com a maior urgência, ultrapassem esta insustentável e inadmissível situação, colocando nas escolas os recursos necessários ao apoio dos alunos com necessidades educativas especiais”.
O movimento solicita igualmente “a intervenção” da Câmara de Beja “na procura da rápida solução deste problema”, além de “desafiar, em nome da solidariedade, todos os cidadãos a associarem-se a este movimento, que exige que seja dada a resposta de qualidade que estes nossos concidadãos necessitam para poderem participar numa verdadeira escola para todos”.

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Correio Alentejo

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