Pedro do Carmo é o novo presidente do PS do Baixo Alentejo

Pedro do Carmo é o novo presidente do PS do Baixo Alentejo

Pedro do Carmo é o novo presidente da Federação do PS do Baixo Alentejo, depois de vencer as eleições desta sexta-feira, 15, com mais 48 votos que Hélder Guerreiro.
O autarca de Ourique somou um total de 428 votos contra os 380 garantidos pelo vice-presidente da Câmara de Odemira, num acto eleitoral bastante concorrido.
Ao todo, votaram 808 dos 915 militantes socialistas que o podiam fazer, o que representa uma afluência às urnas de 88,3%.
Aos 40 anos, Pedro do Carmo sucede a Luís Pita Ameixa na presidência do PS do Baixo Alentejo e assume o desafio de responder às exigências da sociedade, organizar o partido internamente com outra competência e valorizar os seus militantes.
A tarefa é desafiante e o novo líder dos socialistas assume desde já que o partido tem pela frente "grandes desafios e responsabilidades a favor do progresso regional, das políticas autárquicas e da melhoria da qualidade de vida das pessoas".
Pedro do Carmo propõe-se, "em primeiro lugar, a arrumar a casa".
Cumprida essa tarefa inicial, avisa que vai "promover a melhoria da organização interna, estimular a participação e a valorização dos seus militantes e criar respostas adequadas às exigências e necessidades da sociedade".
Entre as propostas mais emblemáticas para o seu mandato, destaque para a Agenda de Desenvolvimento para o Baixo Alentejo e para a criação de Fórum para a governação regional.
Fórum este que, segundo anuncia, será "assente na defesa da região" e deverá ser capaz de "mobilizar os socialistas e os cidadãos independentes".
Convicto que com ele como líder "muitas coisas serão diferentes" dentro da organização do PS, Pedro do Carmo avisa que isso não representará "uma crítica" ao seu antecessor, Pita Ameixa.
Adverte, porém, que irá propor medidas que são "necessárias de implementar para o bem do PS e do Baixo Alentejo".
Presidente da Câmara Municipal de Ourique desde 2005, Pedro do Carmo explica que avançou para a liderança do PS porque foi "sensível ao apelo de muitos militantes" que o estimularam nesse sentido.
E destaca que este é "o momento adequado para reforçar" o seu contributo de servir o PS e "abrir um novo ciclo".

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Correio Alentejo

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