Parque de Ciência do Alentejo quer ter 30 empresas até fim do ano

Parque de Ciência do Alentejo

O Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo (PCTA), em Évora, já conta com 23 novas empresas instaladas, as quais criaram 68 postos de trabalho, e ambiciona chegar a “perto de 30” até final deste ano.
“Em 17 meses de funcionamento, temos 23 empresas instaladas e ajudámos a constituir 68 postos de trabalho. Mas o número de empregos até pode ser maior porque quase todas elas estão a contratar”, diz à Agência Lusa o director-geral do PCTA, João Mateus.
Além destas empresas, a maioria nas áreas das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e da Energia, estando ainda representados os sectores Agro-alimentar e da Biotecnologia, o PCTA tem outros “grandes projectos interessados” em fixar-se.
“Até Setembro vão, oficialmente, entrar novas empresas”, limita-se a revelar João Mateus, acrescentando que o objectivo passa por “chegar ao fim do ano com perto de 30 empresas instaladas”.
O PCTA é uma vertente do Sistema Regional de Transferência de Tecnologia (SRTT), que envolve 21 parceiros, de entre os quais a Universidade de Évora, os politécnicos de Beja, Portalegre e Santarém, empresas e outras instituições da região.
Esta terça-feira, 20, vai ser formalizada uma parceria entre o Estado e a empresa Capgemini Portugal, que anunciou que vai abrir um centro de serviços remotos em Évora, mais concretamente no PCTA.
O centro, previsto “estar disponível, numa primeira fase, em Setembro”, pode vir a criar até 150 postos de trabalho em três anos, revelou à Lusa a multinacional, sem adiantar o valor do investimento.

Partilhar

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Correio Alentejo

Artigos Relacionados

Role para cima