Odemira investe em novas escolas

Odemira investe

A Câmara de Odemira vai avançar no ano lectivo de 2016-2017 com três intervenções de “grande vulto”, que dotarão a rede escolar local de melhores condições para alunos, professores e auxiliares.
Em declarações ao “CA”, o vice-presidente Hélder Guerreiro avança que a autarquia já aprovou, em reunião de Câmara, o lançamento dos concursos públicos para a construção do novo Centro de Escolar de São Teotónio, avaliado em cerca de dois milhões de euros, e para as obras de melhoria da eficiência energética do edifício no Centro Escolar de Odemira, que custarão perto de 200 mil euros. E nos próximos meses será igualmente lançado mais um concurso público, desta feita para o novo Centro Escolar de São Luís.
“São três grandes obras que neste ano lectivo vão ter um impacto grande sobre a rede escolar de Odemira”, assume o autarca responsável pela área da Educação na Câmara Municipal.
A par destas intervenções, Hélder Guerreiro revela que ao longo do ano lectivo que se aproxima a autarquia odemirense irá também realizar outras obras mais pequenas, no sentido de “garantir a qualidade nos espaços físicos escolares”.
Fora dos planos da autarquia para o ano lectivo 2016-2017 está o futuro Centro Escolar de Longueira/Almograve. “Não o deveremos conseguir fazer tão cedo quanto estes [São Teotónio e São Luís], mas estamos já numa boa fase e pensamos ter encontrado o terreno para resolver o problema de uma freguesia que tem dado bons indicadores do ponto de vista do crescimento demográfico”, diz o vice-presidente do Município.
Enquanto prepara todos estes projectos, a autarquia continua a esperar pelas obras de requalificação da EB 2,3 de São Teotónio e, sobretudo, da Escola Secundária de Odemira, ambas da responsabilidade do Estado.
“A Escola Secundária de Odemira continua a não apresentar as melhores condições e continuaremos a bater-nos para que venha a ter as obras que são absolutamente fundamentais e básicas para que exista um bom funcionamento, para que os alunos e os professores tenham um bom ambiente educativo e para que os auxiliares – que são poucos – possam exercer as suas funções com qualidade”, advoga Hélder Guerreiro.

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Correio Alentejo

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