Em entrevista ao “CA”, o vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, Aníbal Reis Costa, diz ao “CA” que as novas instalações da entidade no Mercado Municipal da cidade de Beja permitem “reforçar muito significativamente” a ação da instituição na região.
Qual a mais-valia para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA) com a abertura de novas instalações em Beja?
A CCDR no Baixo Alentejo passou a ter instalações modernas, acessíveis e muito funcionais. Anteriormente, os seus serviços funcionavam num espaço pouco digno e muito degradado, que, inclusive, poderia colocar em risco a integridade física dos técnicos que lá trabalhavam. Foi um processo moroso e que já tinha sido objeto de tentativa de resolução há mais de 15 anos… Mas logo quando assumimos funções, demos máxima prioridade à resolução do assunto e conseguimos um objetivo, que foi particularmente gratificante de atingir! Graças à preciosa colaboração da Câmara Municipal de Beja, com a disponibilidade e intervenção de obra, pudemos encetar um processo que teve um fim desejado por todos, que dignifica e fortalece a imagem da CCDR na região. Conseguimos manter na capital de distrito um serviço de grande valia para todos, que melhora substancialmente as condições de trabalho e encoraja a própria motivação laboral e promove a imagem institucional.
Todos somos do tempo em que a cidade de Beja e o Baixo Alentejo perderam serviços para outras “centralidades”. Ora este exemplo é contrário.
Além de melhores condições para os colaboradores, este novo espaço permite à CCDRA dar uma melhor resposta à região?
Claro que sim! E, sobretudo, os 20 trabalhadores – 80% dos quais técnicos superiores – poderão corresponder melhor ao que deles se exige. Todos somos do tempo em que a cidade de Beja e o Baixo Alentejo perderam serviços para outras “centralidades”. Ora este exemplo é contrário a isso e passou-se a reforçar muito significativamente a presença de um serviço desconcentrado como é a CCDR, rejuvenescer e dar-lhe maior importância. Relembro que a área de intervenção da CCDR no Baixo Alentejo é a correspondente ao distrito de Beja, com Odemira incluído, o que revela bem da abrangência territorial e da importância que assume.
As novas instalações em Beja permitiram um reforço da ação da CCDRA no distrito de Beja? Em que áreas?
As novas instalações permitirão que seja um espaço visitável e que possa acolher da melhor forma todos aqueles que tenha que se deslocar ao local. Foi nossa intenção desde que iniciámos esta função, com todos os obstáculos conhecidos, procurar reforçar todos os serviços regionais desconcentrados da CCDR. No caso do Baixo Alentejo, esse reforço foi mais sentido, porquanto houve um acréscimo de cerca de 40% dos recursos humanos, que permitiram a prestação de um melhor serviço à região. Esse esforço desenvolvido culmina agora com a disponibilidade destas novas instalações, que serão, estamos certos disso, a afirmação e a consolidação desta estrutura funcional da CCDR. Como responsável pelos serviços regionais, disponibilizei-me, desde o primeiro momento, para contribuir para a sua maior importância e visibilidade, assegurando que todas as semanas estarei presente nos serviços para atendimento ou qualquer outro assunto que seja relevante e considerado necessário para o bom funcionamento da CCDRA.












