Municípios portugueses e espanhóis do Alqueva querem fundos comunitários

Municípios portugueses e espanhóis

Dez municípios portugueses e espanhóis do Alqueva querem captar fundos comunitários para projectos de turismo, ordenamento do território, qualidade da água e recursos endógenos.
O trabalho está a ser desenvolvido no âmbito da Associação Transfronteiriça dos Municípios das Terras do Grande Lago Alqueva (ATMTGLA), que integra seis concelhos portugueses e quatro espanhóis.
Do lado português, fazem parte os alentejanos de Alandroal, Moura, Mourão, Portel, Reguengos de Monsaraz e Serpa, enquanto, do outro lado da fronteira, os associados são Alconchel, Cheles, Olivenza e Villa Nueva del Fresno.
Face ao novo quadro comunitário de apoio, para vigorar a partir deste ano e até 2020, a associação de municípios está a preparar o seu plano de acção para o mesmo período, de “olhos postos” na captação dos fundos europeus.
“Em cada um dos anteriores quadros comunitários gerimos cerca de cinco milhões de euros de fundos. Agora, apesar de ainda não sabermos se vamos ter mais ou menos apoios, queremos dar um novo fôlego” à região, diz o presidente da ATMTGLA e autarca de Reguengos de Monsaraz, José Calixto.
Em declarações à Agência Lusa, Calixto frisa ainda que, neste novo quadro comunitário, a associação quer candidatar “projectos com escala mais regional”, não apenas municipal, e “aumentar a preponderância de parceiros que têm a capacidade e a missão de gerir o Grande Lago”.
Nesse âmbito, a ATMTGLA assinou, recentemente, um protocolo de colaboração com a Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA), vocacionado para a valorização do território.

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Correio Alentejo

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