Mulheres Socialistas querem mais igualdade

Mulheres Socialistas

A presidente do Departamento das Mulheres Socialistas do Baixo Alentejo defende a necessidade de um debate pela valorização das mulheres em Portugal.
Na data em que se assinala o Dia Internacional da Mulher, esta sexta-feira, 8, Renata Veríssimo frisa ao “CA” que mesmo com todos os avanços da sociedade portuguesa em matéria de igualdade desde o 25 de Abril, as mulheres “ainda sofrem”.
“Ganhamos menos em funções homólogas; trabalhamos mais horas e temos desvantagem na carreira profissional. Cerca de 90% dos casos de violência doméstica são sobre as mulheres; estamos mais vulneráveis à pobreza e precariedade; somos mais qualificadas e ocupamos menos cargos de liderança/ chefia”, argumenta a líder das Mulheres Socialistas do Baixo Alentejo.
Nesse sentido, Renata Veríssimo defende que o “debate da valorização do papel das mulheres na construção social deve ser assumido, ainda com mais veemência, neste presente, ameaçado por políticas conservadoras, de cariz acentuadamente economicista, que querem apagar ou reduzir a visibilidade dos contributos das políticas centradas nas pessoas e na filosofia de um Estado Social, onde se enquadram os direitos à igualdade”.
Para tal, a presidente das Mulheres Socialistas do Baixo Alentejo entende que este departamento “poderá e deverá ser o instrumento privilegiado mobilizador de energias e de vontades capazes de transformar estas realidades”.
“O caminho a construir será no sentido de agir e promover uma participação pró-activa e inclusiva, em que os protagonistas são mulheres e homens envolvidos num projecto comum”, sublinha Renata Veríssimo, que acrescenta: “Está nas nossas mãos a luta pela igualdade de oportunidades e a exigência de políticas activas promotoras de igualdade. […] Sejamos resilientes agindo em igualdade!”

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Correio Alentejo

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