Ministro assume falta de cinco médicos em Odemira

Ministro assume falta de

O ministro da Saúde assume que o concelho de Odemira tem necessidade de mais cinco médicos de Medicina Geral e Familiar para não haver utentes sem médico de família.
Em resposta à pergunta colocada a 23 de Maio por Luís Pita Ameixa, deputado do PS eleito por Beja, Paulo Macedo escreve que em Odemira há apenas 10 médicos, na sua maioria de idade avançada, e que dos 25.030 utentes inscritos no Centro de Saúde local, cerca de 32% (8.008) não têm médico de família atribuído.
“Seriam necessários mais cinco médicos de Medicina Geral e Familiar para que todos os inscritos tivessem médico de família”, afiança o ministro, que admite existirem outras carências a nível de pessoal, nomeadamente a falta de mais oito assistentes operacionais.
De acordo com Paulo Macedo, “há pouca capacidade de atracção de médicos para a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA)”, facto comprovado em 2013, quando foram atribuídas à instituição 13 vagas para Medicina Geral e Familiar.
“Destas 11 não foram ocupadas” e duas estão “em fase de concurso”, revela o ministro, acrescentando que mais recentemente, a 28 de Maio, o Ministério da Saúde atribuiu à ULSLA mais oito vagas para médicos de Medicina Geral e Familiar.
Enquanto estes concursos decorrem, Paulo Macedo diz que o ministério aguarda pela colocação de um contingente de médicos cubanos, que poderão “suprir a necessidade de profissionais de saúde nesta área”.

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Correio Alentejo

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