Lar em São Miguel do Pinheiro “é um sonho realizado!”

Tiago Peleija - Lar SM Pinheiro

O novo lar de São Miguel do Pinheiro (Mértola) “é um sonho realizado”, reconhece ao “CA” Tiago Peleija, presidente da recém-criada instituição particular de solidariedade social (IPSS) Fragmento Solidário, que vai gerir a nova infraestrutura. Segundo este responsável, a ambição é ter o lar a funcionar “durante o verão”.

Qual a importância do lar de São Miguel do Pinheiro para o território?

A importância deste lar é significativa, essencialmente para aquilo que são os níveis de institucionalização do nosso território. Como sabemos, a maior parte das entidades IPSS e ERPIs do nosso distrito, devido à afluência a nível institucional, está praticamente lotada e, por isso, é urgente e necessária a construção deste tipo de respostas. E, por esse motivo, será importante. Por outro, é um projeto inovador, diferente, que integra a comunidade. 

Sente que haverá um “antes” e um “depois” nestas freguesias depois de 31 de maio de 2025?

Sim, essencialmente porque é um projeto extraordinário, diferente e, naturalmente, que a comunidade está muito feliz. É um sonho realizado!

Este lar “é um projeto inovador, diferente, que integra a comunidade”, diz Tiago Peleija

Quando contam ter a estrutura em funcionamento?

Neste momento, o lar está em fase de licenciamentos e há coisas que não dependem diretamente de nós. Não temos ainda a data concreta para essa abertura, mas desejamos que seja durante o verão. Estamos a acelerar ao máximo para que essa abertura também possa ser esperada o menos tempo possível. 

Como vai decorrer a seleção de utentes? Já têm inscritos?

Temos abertas há algum tempo as pré-inscrições, tanto para utentes como para colaboradores. Temos tido muita adesão e continuamos a ter, mas ainda não foi feita essa triagem, que será realizada aquando da assinatura do acordo de gestão e do contrato de comodato com o município.

Já existem acordos com a Segurança Social?

Desde a construção do projeto que tudo isso tem estado a ser articulado com a Segurança Social, estamos num bom caminho, mas neste momento ainda não está o número definido de camas para acordo. No entanto, existe a possibilidade de irmos até 80% das vagas em acordo.

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