Finanças da Câmara de Castro preocupam o PS

Finanças da Câmara de

O PS de Castro Verde está “muito apreensivo” com o quadro de “degradação económica” da Câmara local e acusa a maioria CDU de “aumentar a dívida da autarquia” e de “estar paralisada”.
“A situação não é nada boa e preocupa-nos bastante. Uma Câmara que tem recebido tantos milhões em impostos, nomeadamente da Somincor, foi agora a correr contrair um empréstimo de 900 mil euros e deverá contratar outro em breve na ordem dos 800 mil”, assinala o vereador do PS, António José Brito.
Na óptica do eleito socialista, “parece muito óbvio que a gestão financeira da CDU neste mandato em Castro Verde está a ser um rotundo fracasso” e, segundo reforça, “dá razões de sobra para deixar os castrenses muito preocupados e apreensivos com o futuro”.
“Este mandato tem sido para esquecer. A Câmara está paralisada e sem estratégia. A CDU não consegue resolver os problemas ou então está a guardar tudo para o ano das eleições [2017]”, afirma.
António José Brito manifesta “esperança que a CDU não esteja a definir um calendário à medida dos seus interesses e conveniências políticas”. E avisa que o PS continuará “exigente” para que algumas obras “que são urgentes” no concelho avancem quanto antes.
A requalificação da rede de águas de Castro Verde, as estradas para Santa Bárbara e para Casével e a requalificação do pavilhão municipal, “onde chove como na rua”, são exemplos de intervenções que o PS considera “estarem adiadas há demasiado tempo” e, por isso, exige que “avancem sem demoras”.
“A CDU tem a obrigação e a responsabilidade de resolver estes problemas. Já chega de jogar sempre com o calendário das eleições e não pôr o interesse das pessoas à frente do seu exclusivo interesse partidário”, remata António José Brito.

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Correio Alentejo

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