Escolas do Alentejo fazem compostagem

Escolas do Alentejo

Trinta e cinco escolas de sete concelhos do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral vão poder produzir adubo para as suas hortas biológicas a partir dos restos das cantinas.
A acção pretende incentivar os alunos a fazer compostagem, reutilizando os resíduos das cantinas e dos jardins para produzir fertilizante orgânico, explica à Agência Lusa a responsável pelo projecto, Mónica Pereira.
Para tal, indica, foram instalados compostores em escolas com cantina dos concelhos de Alcácer do Sal (cinco), Aljustrel (duas), Ferreira do Alentejo (uma), Grândola (cinco), Odemira (sete), Santiago do Cacém (dez) e Sines (cinco), num investimento de quatro mil euros.
Ao receberem os equipamentos, os alunos assistiram a uma demonstração de como funcionam, uma vez que os resíduos, que podem ser ramos, folhas secas e verdes, cascas de legumes e frutos, devem ser depositados por uma ordem específica.
Quando o composto estiver pronto, refere Mónica Pereira, poderá ser usado para fertilizar as terras das hortas biológicas, incentivando-se também a sua criação.
Segundo a responsável, a nível ambiental, o “maior benefício” desta acção é a “redução de resíduos depositados em aterro” sanitário, pois seria esse o seu destino caso não fossem reutilizados.
A iniciativa está a ser posta em prática pela Ambilital, empresa intermunicipal, sediada em Santiago do Cacém, que gere os resíduos dos sete concelhos alentejanos que formam a Associação de Municípios Alentejanos para a Gestão Regional do Ambiente (AMAGRA), abrangendo uma população de cerca de 120 mil habitantes.

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Correio Alentejo

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