Escola Secundária de Castro Verde ainda tem amianto na cobertura

Escola Secundária de Castro Verde

A cobertura do bloco de aulas da Escola Secundária de Castro Verde apresenta condições degradadas e deixa passar água, além de possuir amianto.
O alerta parte do presidente da comissão administrativa provisória do novo Agrupamento de Escolas de Castro Verde, defendendo uma rápida intervenção no local.
“O que é mais premente é a cobertura, porque estar com baldes a apanhar água não é bom. E depois tem de ser substituída a cobertura de amianto, pois este não deve fazer parte das escolas. Aliás, a União Europeia proíbe que ele esteja onde for e nas escolas muito menos. E eu ainda vejo ali muito amianto na Escola Secundária”, adianta ao “CA” José Correia.
A situação está identificada pela DSRA – Direcção de Serviços da Região Alentejo (“sucessora” da Direcção Regional de Educação do Alentejo), sendo a Secundária de Castro Verde é uma das 57 escolas que integram o levantamento feito em 2007 no Alentejo.
Ao todo, existem no país perto de 600 estabelecimentos escolares com o mesmo problema.
No caso de Castro Verde, chegou a estar prevista uma intervenção no âmbito da terceira fase do Programa de Modernização do Parque Escolar. As obras acabaram por não avançar, mas José Correia espera que não demorem muito.
“A DSRA é conhecedora do estado em que a escola está e já estiveram engenheiros a inspeccionar a escola. Vamos voltar a ‘pressionar’ – entre aspas – para que esta sofra uma intervenção na cobertura do bloco de aulas. Isso é imprescindível”, afirma José Correia, que também aponta lacunas na Secundária de Castro Verde ao nível do mobiliário, "muito antigo, obsoleto e já muito usado".

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Correio Alentejo

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