EDIA rejeita acusação de abate ilegal de árvores

EDIA rejeita acusação

A EDIA rejeita as acusações de que foi alvo por parte da LPN, que esta semana acusou a empresa de abater ilegalmente sete mil azinheiras e 4.500 oliveiras secas.
Em comunicado, a Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA) rejeita as acusações da Liga para a Protecção da Natureza (LPN), lembrando que até 2002 “procedeu à preparação do território a inundar pela albufeira de Alqueva onde esteve incluída a desmatação e desarborização desta área, a qual foi realizada segundo um rigoroso plano de trabalhos, cumprindo toda a legislação ambiental e directivas europeias em vigor”.
Depois, continua a EDIA, em 2007 “foi assinado o contrato de concessão entre o Estado português e a EDIA referente ao sistema primário do EFMA, no qual está incluída apenas a responsabilidade de gestão do domínio público hídrico da albufeira de Alqueva no que respeita à captação de água para rega e para a produção de energia elétrica, não sendo a EDIA responsável pela gestão da faixa de interníveis onde se localizavam as árvores referidas”.
“Por não caber na sua competência, a EDIA não promoveu nenhum concurso nem nunca assinou qualquer contrato com qualquer entidade autorizando o corte das referidas árvores”, acrescenta a empresa.
No final do comunicado, a EDIA vinca ainda que o facto de “até à data” não ter registo de nenhuma tentativa de contacto da LPN “para clarificação desta situação” a leva a concluir “que a abordagem não fundamentada” da associação ambiental “tem como único objectivo denegrir a imagem da EDIA”.
Nesse sentido, conclui o comunicado da EDIA, a empresa pondera avançar com uma acção judicial contra a LPN “por difamação”.

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Correio Alentejo

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