Duas unidades de cuidados continuados inauguradas em Serpa

Duas unidades de cuidados

Duas unidades de cuidados continuados integrados são inauguradas esta sexta-feira, 20 de Dezembro, na cidade de Serpa, num investimento a rondar os três milhões de euros.
As Unidades de Cuidados Continuados Integrados Senhora de Guadalupe, situadas no mesmo edifício, foram construídas e são geridas pela Santa Casa da Misericórdia de Serpa (SCMS) e estão integradas na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.
As unidades, cada uma com capacidade para 15 utentes, prestam cuidados médicos, de enfermagem e outros a doentes dependentes, 24 horas por dia, uma em regime de internamento de média duração (30 a 90 dias) e outra de longa duração (mais de 90 dias), diz à Agência Lusa a provedora da SCMS, Maria Ana Pires.
A unidade de média duração serve para reabilitação e a de longa duração para manutenção de doentes dependentes, através da prestação de cuidados com vista à melhoria da autonomia e à reinserção familiar e social dos utentes, explica.
As unidades, "um grande desafio" para a SCMS no actual contexto de crise, foram criadas "com fins mais abrangentes do que os dos cuidados continuados", disse Maria Ana Pires, referindo que a SCMS quer desenvolver nas infra-estruturas "um programa assistencial na área da saúde e na área social".
Cuidados de fisioterapia, psicomotricidade, terapias ocupacional e da fala, psicologia, higiene pessoal, alimentação, apoio social e actividades de convívio e de lazer são outros serviços prestados pelas unidades, indica.
Segundo Maria Ana Pires, as unidades, que começaram a funcionar no passado dia 21 de Outubro, permitiram criar cerca de 30 postos de trabalho e já estão lotadas.
A criação das unidades implicou um investimento que "rondou os três milhões de euros", financiado em 75% pela SCMS e em 25% pelo programa Modelar, e teve o apoio da Câmara de Serpa, que cedeu o terreno e executou os arranjos exteriores.
A cerimónia de inauguração, agendada para as 15h30, é presidida pelo ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, Pedro Mota Soares.

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Correio Alentejo

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