Cuba recebe novas empresas

Cuba recebe novas empresas

A primeira fase de venda de lotes no Parque Empresarial “Quinta da Graciosa”, em Cuba, terminou no final de Abril e o presidente da autarquia local ficou satisfeito.
“É claro que gostava que tivéssemos vendidos os 27 lotes de uma vez, mas os tempos estão difíceis. O que é necessário é que se vão vendendo lotes para contribuir para a diminuição do desemprego no concelho e no distrito”, sublinha ao “CA” Francisco Orelha, acrescentando que esta primeira fase de venda de terrenos no parque empresarial serviu, sobretudo, “para sentir o pulsar” dos empresários.
“A partir daqui agora este será um processo contínuo. E conforme forem aparecendo interessados, vamos vendendo”, afiança.
Os lotes na Quinta da Graciosa variam entre os 600 e os 1.600 metros quadrados de área e custam cinco euros o metro quadrado, sendo que o regulamento criado pela autarquia prevê a alienação de lotes a apenas um euro a empresários que criem mais de 20 postos de trabalho ou prevejam volume de vendas superior a um milhão de euros.
Para já está confirmada a instalação no local de três empresas: uma queijaria, uma oficina automóvel e uma pequena fábrica de calçado.
Uma destas empresas é de fora do concelho e as restantes duas já operam no município, devendo criar mais postos de trabalho com a construção de novas instalações no parque empresarial cubense.
A estas três empresas poderão juntar-se uma unidade de transformação de carros eléctricos e outra de transformação de papoilas em morfina medicinal.
“Os responsáveis por estas duas empresas já vieram a Cuba ver o local e comprometeram-se a apresentar também propostas de aquisição de terreno”, adianta Orelha, garantindo que estas duas unidades ficarão numa zona contígua ao parque devido ao facto de necessitarem de áreas superiores a quatro hectares.
“A área que está infra-estruturada corresponde a 50% da área que temos. Depois temos uma área disponível de cerca de 100 mil metros quadrados contíguos a esta parte que já está infra-estruturada, na eventualidade de aparecer uma empresa que queira um terreno com áreas superiores às que temos, como é o caso”, explica Francisco Orelha.

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Correio Alentejo

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