Centro de bioenergia em Portalegre custa 1,7 milhões

Centro de bioenergia em

Um centro de bioenergia vai ser criado em Portalegre, num investimento superior a 1,7 milhões de euros, em terrenos pertencentes ao Instituto Politécnico local, revela à Agência Lusa um dos parceiros do projecto.
Tiago Gaio, da Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo (AREANATejo), adiantou que a iniciativa pertence ao Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) e que deverá estar implementada em “2014 ou 2015”.
“O IPP pretende criar uma incubadora de empresas, ou seja, uma nave com pequenas unidades industriais para piloto e de teste na área da bioenergia, com diversas unidades a funcionar e com diferentes biocombustíveis”, explica.
O centro, segundo Tiago Gaio, vai contar também com um laboratório “especializado em tudo o que seja análise, investigação científica, estudos e projectos na temática daquilo que é a bioenergia a nível industrial”.
De acordo com Tiago Gaio, o projecto vai "nascer" no campus da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG) de Portalegre, contando com uma estrutura física com “alguma envergadura”.
“A candidatura e o contrato foram aprovados em Novembro de 2012, estão terminados os projectos de especialidade e a obra deverá arrancar muito em breve, pelo menos no espaço de seis meses”, diz.
Este projecto, numa primeira fase, conta com um investimento superior a 1,7 milhões de euros, sendo comparticipado pelo programa comunitário InAlentejo, com uma verba superior a 1,5 milhões de euros.
A criação do centro surge no quadro do Sistema Regional de Transferência de Tecnologia (SRTT) e do Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo (PCTA), que juntou todas as instituições de ensino superior da região, bem como empresas e instituições de desenvolvimento regional, com projectos complementares e articulados.
“A AREANATejo, em conjunto com várias dezenas de parceiros, é um dos parceiros que apoia a concretização. Temos um protocolo com o IPP para alavancar a instalação e a concretização deste projecto”, diz.

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Correio Alentejo

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