Castrense fecha 2019 com “balanço positivo”

Castrense fecha 2019

O presidente do FC Castrense faz um “balanço positivo” do ano de 2019 no que ao clube diz respeito, apesar dos resultados desportivos (sobretudo no futebol sénior) não terem sido aqueles que eram ambicionados.
“Fazemos um balanço positivo. O FC Castrense neste último ano deu passos enormes em muitas coisas”, afiança Abelha em declarações ao “CA”, dando como exemplos o facto de o clube integrar agora o Conselho Consultivo da Reserva da Biosfera de Castro Verde e a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens local, além de estar tratar da sua certificação como entidade formadora.
Além do mais, continua Abelha, “o número de atletas está estabilizado, com tendência para subir” nas secções de futebol, atletismo, hóquei em patins, patinagem artística e voleibol. “E também estamos a aumentar o número de sócios, até porque no regulamento interno é obrigatório que todos os atletas sejam sócios e estamos a tentar cumprir com isso”, reforça.
Relativamente ao futuro, o presidente do FC Castrense reitera que a sua direcção vai continuar a apostar fortemente na formação. Um trabalho que, na sua opinião, só “dará frutos daqui a cinco ou seis anos”, mas que é essencial para garantir a sustentabilidade do clube.
Nesse sentido, uma das grandes ambições de Abelha é ver uma equipa do FC Castrense dos escalões de formação sagrar-se campeã distrital e participar no campeonato nacional. “Gostávamos que os miúdos passassem por essa experiência, para depois darem isso à equipa sénior. Penso que isso vai acontecer… E um dia, quando esses jogadores já fizerem parte do plantel sénior, podemos pensar em subir ao Campeonato de Portugal. Antes não temos pressa para isso”, vinca.
Sobre a equipa sénior, que compete no campeonato distrital da 1ª divisão, onde ocupa actualmente a oitava posição, Abelha diz esperar “uma época um bocadinho melhor a nível de resultados”. Sempre seguindo a mesma linha de actuação: aposta nos jovens e nos atletas com ligação ao clube.
“O nosso treinador é da terra e estamos a jogar com uma média de cinco-seis jogadores que vieram da nossa formação. Os miúdos precisam de errar e nós queremos que errem para poderem evoluir. Mas para isso precisamos de ter um grupo forte, com jogadores de alguma experiência que os possam ajudar. E esta é a ideia desta direcção! E este ano penso que já vamos ter uma época um bocadinho melhor a nível de resultados e para o ano será ainda melhor, com estes miúdos encaixados na nossa ideia”, conclui.

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Correio Alentejo

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