Castrense ambicioso no nacional feminino

Castrense ambicioso

Depois do quinto lugar alcançado na última temporada, a equipa feminina do FC Castrense alimenta a ambição de terminar 2016-2017 num lugar ainda mais acima na tabela classificativa do campeonato nacional da 2ª categoria.
E para já, a época promete: três jogos, três vitórias, duas das quais diante de dois assumidos candidatos à subida, o Paio Pires e o Bobadelense.
“Tem sido, de facto, um início promissor, mas continuamos com os pés no chão e cientes das dificuldades que vamos ter” ao longo da época, sublinha com cautela o técnico Ruben Lança, de 30 anos, sem esconder as metas traçadas em conjunto com as suas atletas.
“Queremos fazer melhor que o ano passado, ou seja, fazer o quarto lugar. Estamos a trabalhar para isso e do quarto [lugar] para cima tudo o que vier vai de encontro aos nossos objectivos”, diz o treinador, que tem como adjuntos Guilherme Soveral e Roberto Belchior.
Metas que, continua Ruben Lança, não se alteraram com o excelente arranque de temporada e que já fazem alguns olhar para o Castrense como um eventual candidato à subida.
“Vamos encarar o campeonato como fizemos o ano passado e até aqui: jogo a jogo, com muita calma, com muito trabalho – que é fundamental – e com o objectivo bem claro de fazer melhor que o ano passado. Mas sem pensar e sem assumir qualquer tipo de ambição de ficar em primeiro, segundo ou terceiro”, contrapõe o jovem técnico.

Mexidas no plantel
Os resultados têm sido positivos, mas primeiras semanas de trabalho foram bastante complicadas para a equipa feminina do FC Castrense. A começar pela formação do plantel, uma vez que houve atletas importante ao longo da última temporada a sair para equipas da recém-criada Divisão de Elite.
“A nossa base de recrutamento continua a ser muito pequena e continuamos a fazer um esforço tremendo para não irmos buscar jogadoras ao campeonato distrital para não acabar com essas equipas. E então passamos sempre por algumas dificuldades”, reconhece o técnico, que ainda assim está satisfeito com o leque de 21 jogadoras, todas da região, que o clube conseguiu reunir.
“Fomos buscar boas jogadoras, umas que estavam paradas e outras que estavam fora e voltaram. Fizemos uma boa análise desse ‘mercado’ e conseguimos ir buscar boas jogadoras, que certamente serão muito importantes para nós esta época”, sublinha Ruben Lança, para logo concluir: “Temos algumas jogadoras de bem longe! Mas isso também nos traz algumas vantagens ao nível da união, do espírito de equipa e do espírito de sacrifício. Elas aprendem isso durante as viagens e tudo se transporta para o jogo. É uma ‘arma’ que temos”.

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Correio Alentejo

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