Cáritas de Beja apresenta projecto transfronteiriço

Cáritas de Beja apresenta

A Cáritas Diocesana de Beja apresenta esta quarta-feira, 27, às 10h00, o projecto “Rede de Apoio Mútuo das Cáritas da Raia”, que junta entidades nacionais e espanholas.
A iniciativa está agendada para as 10h00 e vai decorrer na instalações da Cáritas bejense, que surge associada a este projecto juntamente com as homólogas de Évora e Portalegre-Castelo Branco, além das espanholas de Ciudad Rodrigo, Cória-Cáceres, Mérida-Badajoz e Salamanca.
A luta contra a pobreza e exclusão social é o grande objectivo deste projecto, tendo sido criada uma plataforma informática com ofertas de emprego e apoios complementares para os mais necessitados (www.caritasempregonaraia.org).
Fonte da Cáritas de Beja explica ao “CA” que a Rede de Apoio Mútuo das Cáritas Diocesanas da Raia “inclui quatro projectos aprovados no âmbito do Programa Operacional de Combate à Discriminação 2007-2014 do Fundo Social Europeu”, sendo que os “princípios básicos subjacentes ao projecto são o da oportunidade no acesso ao emprego e formação”.
A cooperação entre as Cáritas da Raia e as empresas/ entidades locais “na divulgação de ofertas de emprego e formação através de assinaturas de protocolos”, o “apoio mútuo” entre as Cáritas envolvidas “na divulgação dos seus recursos de forma a promover o emprego e o combate à exclusão social”, e o “relacionamento e desenvolvimento de recursos e transferência de conhecimentos entre os colaboradores das Cáritas da Raia” também estão nos planos da iniciativa, acrescenta a Cáritas de Beja.
Além do site com as ofertas de emprego e formação disponíveis na raia, o projecto das Cáritas portuguesas e espanholas prevê ainda a realização, através da Internet, de um estudo sócio-laboral e da mobilidade na zona transfronteiriça, “com o objectivo de saber em primeira mão o trabalho sócio-laboral na área, as acções emergentes que se podem transformar em oportunidades de trabalho e a necessidade e/ ou conveniência da mobilidade geográfica das pessoas para dar maior cobertura em mão-de-obra em trabalhos que precisam ser feitos na fronteira”.

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Correio Alentejo

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