Barrancos promove primeiro Congresso Nacional dos Recursos Silvestres do Mediterrâneo

Barrancos promove primeiro Congresso Nacional dos Recursos Silvestres do Mediterrâneo

O primeiro Congresso Nacional dos Recursos Silvestres do Mediterrâneo vai decorrer a 13 e 14 de Janeiro, em Barrancos, para debater as potencialidades e a valorização de recursos como mel, cogumelos, plantas e frutos silvestres.
Promovido pela Associação de Defesa do Património de Mértola (ADPM) e pela Câmara de Barrancos, o congresso vai realizar-se no cine-teatro municipal da vila raiana e juntar proprietários, técnicos, investigadores, professores, empresários e agentes locais.
O encontro pretende debater as potencialidades, a gestão e a valorização dos recursos silvestres do Mediterrâneo nas vertentes relacionadas com as actividades económicas e de investigação e como "valor integrado para a diferenciação nos processos de produção e transformação dos produtos locais de excelência", explica a ADPM.
O congresso quer "contribuir para a construção de territórios sustentáveis e multifuncionais", refere a ADPM, sublinhando que a apicultura e o aproveitamento, a produção, a transformação e a comercialização de cogumelos e plantas e frutos silvestres são "fortes factores de desenvolvimento numa lógica de sustentabilidade territorial".
As potencialidades dos cogumelos, das plantas aromáticas e medicinais e dos frutos silvestres e a importância dos recursos silvestres na dieta mediterrânica são temas em debate no primeiro dia do congresso.
A investigação, a emergência de produtos diferenciadores, as potencialidades económicas e a abordagem aos mercados nacional, europeu e internacional dos recursos silvestres e a apresentação de "casos de sucesso" em Portugal são temas para o segundo e último dia do encontro.
O congresso é promovido através do projecto "Valorização dos Recursos Silvestres do Mediterrâneo – Uma estratégia para as áreas rurais de baixa densidade do Sul de Portugal", que pretende contribuir para a "valorização económica" dos recursos endógenos dos territórios do Baixo Alentejo e interior do Algarve.
O projecto, no âmbito do Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos (Provere), envolve a Câmara de Almodôvar, o "chefe de fila", os municípios alentejanos de Barrancos e Ourique e os algarvios de Loulé, Silves e São Brás de Alportel e vários parceiros públicos e privados, como a ADPM, a entidade dinamizadora.

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Correio Alentejo

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