Autópsia confirma morte por asfixia de Francisco Esperança

Autópsia confirma morte por asfixia de Francisco Esperança

A autópsia ao cadáver do alegado homicida de Beja confirmou a morte por asfixia na sequência de enforcamento na cela, revelou à Agência Lusa fonte ligada ao processo, referindo que o corpo ainda não foi reclamado.
De acordo com a mesma fonte, a morte de Francisco Esperança deveu-se a asfixia mecânica por se ter enforcado com os lençóis da sua cela.
Se continuar sem ser reclamado, o cadáver fica ao cuidado do Instituto Nacional de Medicina Legal (INML) até se completar um período de 30 dias, findo o qual é entregue à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, entidade responsável pelo denominado funeral social.
A autópsia ao cadáver do homem suspeito de ter assassinado à catanada a mulher, a neta e a filha e de ter mantido os corpos em casa durante uma semana foi efectuada na segunda-feira, 20, de manhã no INML, em Lisboa.
Fonte da INML disse nesse dia à Lusa que o relatório final da autópsia ao corpo de Francisco Esperança “demorará algum tempo a ficar concluído”, tanto mais que “foram pedidos exames complementares”, nomeadamente toxicológicos, que levarão várias semanas.
As conclusões da autópsia serão enviadas directamente ao Ministério Público, entidade que supervisiona a investigação sobre a morte e que solicitou a perícia médico-legal, correndo o processo em segredo de justiça.

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Correio Alentejo

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