APG contra fecho do Posto da GNR em Serpa

APG contra fecho do

A Associação dos Profissionais da Guarda (APG) repudia o eventual encerramento do Posto de Serpa da GNR, considerando que esta poderá provocar "consequências nefastas".
Encerrar o posto de Serpa da GNR e "deixar o policiamento" da cidade "a cargo de postos a cerca de 30 quilómetros de distância é não ter em consideração a importância da segurança pública do concelho e desrespeitar os contribuintes e os profissionais, que serão impositivamente transferidos para postos limítrofes", refere a APG.
Em comunicado enviado à Agência Lusa, a APG demonstra "perplexidade" com o eventual encerramento do Posto de Serpa da GNR e exige que o Ministério da Administração Interna "assuma as suas responsabilidades" e "reequacione as suas intenções".
Segundo a APG, trata-se de um posto "sem o mínimo de condições de funcionamento e habitabilidade" e "um caso de saúde pública", que a associação já denunciou à Direcção Geral de Saúde.
"Perante as deficientes condições do posto", como a existência de ratazanas e rastejantes nas instalações, foi interditado o uso da caserna, para pernoita, e da cozinha, para confecção de refeições, "mantendo-se o atendimento ao público, ao invés de se ter encontrado uma solução alternativa urgente de deslocalização do posto dentro do concelho", lamenta a APG.
Por outro lado, a Câmara de Serpa disponibilizou, inicialmente, um terreno para construção de um novo posto e, depois, o edifício de uma escola desactivada para a deslocação do posto, refere a associação.
No entanto, lamenta a APG, o Ministério da Administração Interna, "ao invés de assumir a sua responsabilidade na construção de um novo posto ou nas obras de adaptação das instalações disponibilizadas pela autarquia, decidiu não fazê-lo".

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Correio Alentejo

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