Alentejano cria “app” para as Nações Unidas

Alentejano cria “app”

O baixo-alentejano Fernando Colaço foi o “arquitecto” da “SanctionsApp”, uma nova aplicação para telemóveis e tablets (app) lançada no final do mês de Junho pela ONU.
“A ‘SanctionsApp’ é uma ferramenta de pesquisa e referência, criada especialmente para diplomatas e estudantes, no tópico das sanções internacionais. Fui contactado pela ONU para este projecto há mais de um ano”, revela ao “CA” Fernando Colaço a partir de Hong Kong, sublinhando que a aplicação foi lançada em Nova Iorque (EUA) no final de Junho.
“Estamos neste momento a preparar a segunda fase, onde irei adicionar mais algumas ferramentas e elementos de interactividade, bem como uma versão online numa terceira fase”, acrescenta o informático nascido há 35 anos em Castro Verde.
Esta não é a primeira app criada por Fernando Colaço para o mercado móvel (iPhone e Android).
Em 2011, quando ainda estava na Suíça, criou o jogo “Martha The Seagull” e pouco depois convidado a criar “The Royal Wedding Album”, uma aplicação de fotografia para o casamento do príncipe William com Kate Middleton.
E pelo meio, durante umas férias em Castro Verde, demorou apenas uma semana a criar – com a ajuda de uma amiga designer – a app de arte generativa “Pixeroid”.
“Neste momento, além de estar a trabalhar na segunda fase da ‘SanctionsApp’, tenho também em mãos uma aplicação minha – a ‘YoYo Speak’ – e um jogo de minha autoria”, conta Fernando Colaço, não escondendo que a criação e programação de apps ou jogos foi um dos objectivos que definiu quando se mudou dos Alpes suíços, onde vivia desde 2005, para a China.
“Decidi dedicar mais parte do meu tempo a concretizar ideias que fui guardando ‘na gaveta’ para um dia mais tarde. O problema – e já aconteceu com algumas delas – é que mais tarde ou mais cedo alguém tem uma ideia semelhante ou certas ideias deixam de ser relevantes. Por essa razão, os meus objectivos principais neste momento são implementar essas ideias, antes que passem do prazo ou o meu tempo seja atropelado por outros projectos”, argumenta.

FOTO – (c) Sonia Jansson

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Correio Alentejo

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