Administração da ULSBA reconhece dificuldades

Administração da ULSBA reconhece dificuldades

A administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) reconhece que existem dificuldades “em várias especialidades médicas” e constrangimentos “em atrair e fixar novos profissionais médicos na região”, mas garante que tudo continuará a fazer “para encontrar soluções concretas para os problemas já conhecidos”.
Esta é a posição da ULSBA após o manifesto público subscrito por 12 directores de Serviço do Hospital José Joaquim Fernandes, revelado na segunda-feira, 5.
A administração da ULSBA acrescenta ainda que “existe uma preocupação constante, aliada a um forte sentido de missão, no que respeita à prestação de cuidados assistenciais de qualidade à população da área de abrangência” da instituição.
“E esta preocupação maior traduz-se na certeza de que estaremos sempre disponíveis para, todos juntos, discutirmos problemas, definirmos estratégias e encontrarmos as melhores soluções”, sublinha.
Entretanto, a deputada do PSD eleita por Beja questionou no Parlamento o ministro da Saúde sobre os tempos médios de resposta para primeiras consultas de especialidade no Hospital José Joaquim Fernandes, considerando que estes ultrapassam os tempos máximos de resposta garantida (TMRG).
“Esta é uma situação absolutamente inaceitável e que responsabiliza particularmente o Governo, bem como os partidos políticos que o apoiam, tanto mais que, há já dois anos, o ministro da Saúde se comprometeu publicamente, perante a Assembleia da República, a reduzir substancialmente os TMRG nas consultas hospitalares realizadas no âmbito do SNS”, refere Nilza de Sena.
Nesse sentido, a deputada do PSD exige “que o Governo adopte sem mais demora as medidas que se impõem para inverter esta crescente degradação das condições de acesso dos doentes aos cuidados de saúde no SNS”.

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Correio Alentejo

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