Deputado do PS por Beja quer mais meios para a GNR no distrito

O deputado do PS eleito por Beja, Pedro do Carmo, exige que o Governo concretiza “medidas concretas” para reforçar os efetivos da GNR na região, assim como “renovar e aumentar o parque de viaturas”.

A posição de Pedro do Carmo surge após ter reunido, nesta segunda-feira, 28, com o comandante do Comando Territorial da GNR de Beja, coronel Paulo Gomes, para analisar as condições de segurança e a capacidade operacional desta força de segurança no distrito.

Segundo o deputado, a reunião decorreu “na sequência das preocupações transmitidas por vários autarcas relativamente à falta de efetivos, que já condiciona a capacidade de patrulhamento em diferentes concelhos”.

“Existem territórios onde a escassez de militares torna difícil assegurar uma patrulha em permanência, situação particularmente preocupante num distrito extenso, disperso e com muitas localidades rurais”, alerta Pedro do Carmo.

Em declarações ao “CA”, o eleito do PS frisou ainda que o partido “valoriza profundamente o papel da GNR e reconhece o profissionalismo, a dedicação e o sentido de serviço público dos seus militares”.

“Apesar dos recursos limitados, são estes homens e mulheres que, todos os dias, asseguram a proximidade, a prevenção e a segurança das populações”, indica, acrescentando que a “falta de efetivos e de meios não pode ser confundida com falta de empenho dos militares ou do Comando”.

Por isso, afirma, “é uma responsabilidade que exige respostas e investimento por parte do Governo, para que a GNR disponha das condições necessárias ao cumprimento da sua missão”.

Nesse sentido, Pedro do Carmo adianta que levará à Assembleia da República “as preocupações identificadas, exigindo ao Governo medidas concretas para reforçar os efetivos, renovar e aumentar o parque de viaturas e garantir uma presença policial adequada em todos os concelhos do distrito de Beja”.

“A segurança das populações e a dignificação das condições de trabalho dos militares da GNR têm de ser prioridades nacionais”, conclui.

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Correio Alentejo

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