O Serviço de Cardiologia do Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja, efetuou, na passada semana, as primeiras ablações de Flutter Auricular Típico, “uma nova técnica médica”.
Segundo adianta a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), que gere a unidade hospitalar bejense, a nova técnica foi realizada pelo médico Luís Moura Duarte, coordenador do setor de Arritmologia do Serviço de Cardiologia da ULSBA, e “consistiu no emprego de cateter de ablação por energia de radiofrequência irrigado para obtenção de bloqueio bidirecional do istmo cavotricuspide”.
“Este procedimento foi feito com sucesso em dois doentes”, acrescenta a mesma fonte ao “CA”.
A ULSBA explica que o Flutter auricular “é uma arritmia menos frequente que a fibrilhação auricular”, mas tem “causas e consequências semelhantes nomeadamente em termos hemodinâmicos e de tromboembolismo”.
Por isso, “o crescimento sustentado” do setor de arritmologia do Serviço de Cardiologia do Hospital de Beja “é uma realidade”, permitindo que os seus doentes “beneficiem de um amplo leque de técnicas e tratamentos em proximidade”.












