Turismo do Alentejo quer promoção integrada dos produtos da região

Turismo do Alentejo quer promoção integrada dos produtos da região

Permitir que os produtos da região sejam promovidos no mercado nacional e internacional de forma integrada é o grande objectivo do novo Conselho Estratégico para a Promoção Integrada, criado esta terça-feira, 27, pela Turismo do Alentejo.
O novo órgão deve reunir ainda este ano e o presidente da entidade regional, Ceia da Silva, espera que este seja “um verdadeiro fórum”, no sentido de encontrar soluções para que a região deixe de ser promovida “de uma forma desgarrada”.
“Queremos dar esse exemplo ao país e queremos que o Alentejo apareça como uma marca forte e estruturada”, justificou esta terça-feira, em Beja, Ceia da Silva, durante a sua tomada de posse como presidente da Turismo do Alentejo por mais um mandato.
No seu discurso, Ceia da Silva garantiu que a direcção agora empossada vai dar “continuidade” ao trabalho desenvolvido até ao momento, pretendendo concluir a execução do POTA – Programa Operacional de Turismo do Alentejo “nos próximos dois anos”.
Afiançando que a nova direcção da Turismo do Alentejo não vai abdicar do “triângulo” estabelecido “pela entidade regional, pelos empresários e pelas autarquias”, Ceia da Silva assumiu igualmente que “os territórios do Alqueva e do Litoral Alentejano” continuarão a ser “áreas turísticas estratégicas”, apesar da provável extinção desses dois pólos turísticos.
“São territórios nos quais foi investido muito dinheiro, foram afirmadas marcas e queremos que esse trabalho tenha continuidade. E vai ter continuidade com a Turismo do Alentejo”, prometeu.
Sobre o futuro, Ceia da Silva defendeu ainda a criação de um plano estratégico para o sector para o período 2014-2020, abrangido pelo novo quadro de apoios comunitários.
“Não faz sentido haver políticas avulsas, mas sim haver planeamento e estratégia. […] Queremos que este documento seja discutido com os agentes do território nos próximos seis meses, para em Junho ou Julho apresentarmos um documento final, depois de reflectido com todos os agentes. É um documento que vai definir aquilo que nós entendemos que deve o sector do turismo nos próximos sete anos”, explicou.

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Correio Alentejo

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