<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	 xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" >

<channel>
	<title>Reportagem &#8211; Correio Alentejo</title>
	<atom:link href="https://correioalentejo.com/topico/reportam/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://correioalentejo.com</link>
	<description>Jornal Correio Alentejo</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Jul 2026 08:28:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.5</generator>

<image>
	<url>https://correioalentejo.com/wp-content/uploads/2020/11/cropped-logo-1-32x32.jpg</url>
	<title>Reportagem &#8211; Correio Alentejo</title>
	<link>https://correioalentejo.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Misericórdia de Messejana quer avançar com construção de novo lar</title>
		<link>https://correioalentejo.com/misericordia-de-messejana-quer-avancar-com-construcao-de-novo-lar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioalentejo.com/?p=73651</guid>

					<description><![CDATA[A Santa Casa da Misericórdia de Nossa Senhora da Assunção, com sede em Messejana (Aljustrel), pretende avançar com a construção de uma nova Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI), para aumentar capacidade de resposta da instituição, criar novas vagas e gerar novos postos de trabalho. O projeto da nova ERPI é uma das prioridades assumidas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Santa Casa da Misericórdia de Nossa Senhora da Assunção, com sede em Messejana (Aljustrel), pretende avançar com a construção de uma nova Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI), para aumentar capacidade de resposta da instituição, criar novas vagas e gerar novos postos de trabalho.</p>



<p>O projeto da nova ERPI é uma das prioridades assumidas pela nova provedora da instituição, Jesus Capela, que revela ao “CA” que a mesa administrativa da Misericórdia está <strong>“</strong>a trabalhar nos procedimentos necessários para avançar com o projeto, nomeadamente ao nível técnico e financeiro”.</p>



<p>“Estamos ainda numa fase de consolidação do projeto e de avaliação técnica e financeira” e “contamos apresentar o projeto nas Festas de Santa Maria [em agosto], que são sempre um momento importante para a nossa vila e igualmente para a nossa instituição”, diz.</p>



<p>De acordo com a responsável, a nova ERPI “será certamente um investimento significativo, pensado para aumentar a capacidade de resposta da instituição, criar novas vagas e também gerar novos postos de trabalho, o que terá impacto positivo na economia local”.</p>



<p>Para a sua concretização, os irmãos da Misericórdia de Nossa Senhora da Assunção aprovaram, em Assembleia Geral realizada a 22 de maio, a aquisição de um terreno destinado à construção da nova ERPI.</p>



<p>Relativamente ao financiamento da obra, Jesus Capela reconhece que a empreitada “apenas será viável com apoio a fundo perdido da Segurança Social ou de fundos comunitários”. Já o valor “remanescente terá que ser com recurso a financiamento e contamos ainda com o apoio do Município de Aljustrel”, acrescenta.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Baixo Alentejo tem de ter uma estratégia própria”</title>
		<link>https://correioalentejo.com/baixo-alentejo-tem-de-ter-uma-estrategia-propria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 00:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioalentejo.com/?p=73625</guid>

					<description><![CDATA[Em entrevista ao “CA”, o novo presidente do PS do Baixo Alentejo, Marcelo Guerreiro, assume que quer uma Federação “mais presente, mais organizada e com uma ação política permanente”. E garante que não fará “oposição por oposição”, nem aceitará “anúncios sem calendários”. Assumiu formalmente a liderança do PS do Baixo Alentejo no domingo, 12 de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em entrevista ao “CA”, o novo presidente do PS do Baixo Alentejo, Marcelo Guerreiro, assume que quer uma Federação “mais presente, mais organizada e com uma ação política permanente”. E garante que não fará “oposição por oposição”, nem aceitará “anúncios sem calendários”.</p>



<p><strong>Assumiu formalmente a liderança do PS do Baixo Alentejo no domingo, 12 de julho. Qual vai ser a sua primeira medida ou ação concreta enquanto líder da Federação?</strong></p>



<p>A primeira ação será reunir o novo secretariado federativo e definir um calendário de trabalho para os próximos meses, com objetivos concretos e responsabilidades claras. Logo de seguida, iniciaremos um ciclo de reuniões com todas as concelhias do PS. Quero conhecer as prioridades, as dificuldades e as propostas de cada estrutura local, dando uma atenção particular aos concelhos onde o PS é oposição e onde a Federação deve assumir um papel mais próximo no apoio político, programático e organizativo. Paralelamente, começaremos a preparar o roteiro da Agenda para o Baixo Alentejo, que nos levará a percorrer o território concelho a concelho, ouvindo o Partido, as instituições e a sociedade civil.</p>



<p><strong>O que vai mudar a partir de agora na forma de atuar da Federação?</strong></p>



<p>Queremos uma Federação mais presente, mais organizada e com uma ação política permanente. O partido não pode funcionar apenas quando há eleições, quando é preciso escolher candidatos ou quando começa uma campanha. A Federação deve acompanhar regularmente as concelhias, apoiar os eleitos, coordenar posições políticas e reagir com rapidez aos problemas da região. Onde governamos, devemos ajudar os nossos autarcas a governar bem. Onde somos oposição, temos de apoiar a construção de alternativas credíveis. Queremos também valorizar mais os militantes, criar espaços de participação e formação e abrir o Partido a simpatizantes, independentes e representantes da sociedade civil. Uma Federação forte não é uma estrutura fechada sobre si própria. É uma estrutura que escuta, mobiliza e transforma preocupações em propostas.</p>



<p><strong>O que vai ser a Agenda para o Baixo Alentejo?</strong></p>



<p>O objetivo é construir uma visão política integrada para a região, com prioridades claras, propostas concretas e compromissos que possam ser avaliados. Não queremos um documento elaborado num gabinete por meia dúzia de dirigentes. Vamos percorrer o território, concelhia a concelhia, ouvir autarcas, militantes, empresários, agricultores, sindicatos, instituições sociais, associações, jovens, investigadores e todos aqueles que conhecem os problemas e podem contribuir para as soluções. Queremos que o Baixo Alentejo deixe de reagir apenas aos problemas à medida que surgem e passe a apresentar ao país uma estratégia própria. Uma estratégia assente em três grandes objetivos: reter mais valor na região, fixar pessoas e reforçar a voz política do território.</p>



<p><strong>O facto de não existirem eleições “no horizonte” possibilita fazer esse trabalho com mais ponderação e tranquilidade?</strong></p>



<p>Sim e devemos aproveitar essa oportunidade. A ausência de eleições no imediato permite-nos trabalhar com mais profundidade, ouvir mais, preparar melhor as propostas e não subordinar todas as decisões a uma lógica eleitoral. É precisamente este o momento para reforçar a organização, formar novos quadros, apoiar as concelhias e construir uma agenda regional séria. Não podemos começar a preparar os desafios eleitorais quando as eleições estão à porta. As vitórias constroem-se com tempo, presença e credibilidade. Este período permite-nos fazer um trabalho político mais consistente, menos condicionado pela urgência de uma campanha e mais centrado nos problemas reais das populações.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>&#8220;Queremos uma Federação mais presente, mais organizada e com uma ação política permanente. O partido não pode funcionar apenas quando há eleições, quando é preciso escolher candidatos ou quando começa uma campanha.&#8221;</p></blockquote></figure>



<p><strong>Anunciou que o PS Baixo Alentejo vai fazer uma oposição “responsável, mas exigente” ao Governo. De que forma?</strong></p>



<p>Não faremos oposição por oposição. Quando o Governo tomar uma decisão positiva para o Baixo Alentejo, saberemos reconhecê-la e contribuir para a sua concretização. Mas também não aceitaremos anúncios sem calendário, compromissos sem financiamento ou projetos que permanecem anos sem qualquer avanço efetivo. Ser responsável não é ser complacente. É colocar o interesse da região acima da disputa partidária. Ser exigente é fiscalizar, propor alternativas e cobrar a execução dos compromissos assumidos. O nosso critério será muito simples: avaliaremos o Governo pelos resultados que chegam à vida das pessoas, e não pelo número de anúncios ou cerimónias realizadas.</p>



<p><strong>Nesse âmbito, que áreas vão merecer mais atenção do PS?</strong></p>



<p>A ferrovia será uma prioridade, nomeadamente a modernização e eletrificação da ligação Casa Branca-Beja e a reabertura e eletrificação da ligação entre Beja e a Funcheira. Na saúde, acompanharemos a ampliação e requalificação do Hospital de Beja, bem como o financiamento e execução das obras previstas nos centros e extensões de saúde. Na habitação, é necessário criar condições para fixar jovens, famílias e profissionais essenciais. As acessibilidades rodoviárias, incluindo a ligação entre Beja e a A2, também exigirão uma fiscalização permanente. Teremos ainda uma atenção especial à gestão da água, à agricultura, aos serviços públicos, à criação de emprego qualificado e à capacidade de a região reter mais da riqueza que produz. Não são temas isolados. Todos eles estão ligados à capacidade de fixar população e de garantir que viver no Baixo Alentejo não significa ter menos direitos ou menos oportunidades.</p>



<p><strong>Como avalia a atuação dos governos da AD relativamente ao Baixo Alentejo nestes dois anos de funções?</strong></p>



<p>Considero que existe uma diferença demasiado grande entre os anúncios feitos e a concretização efetiva. Em matérias estruturantes, como a ferrovia, o Hospital de Beja, as acessibilidades rodoviárias ou o financiamento de equipamentos de saúde, continuam a faltar passos concretos, calendários seguros e execução visível. O Governo tem demonstrado capacidade para anunciar intenções, mas ainda não demonstrou a velocidade de execução de que a região precisa. O Baixo Alentejo não pode continuar a esperar indefinidamente por investimentos que são reconhecidos por todos como essenciais. Depois de dois anos, já não basta dizer que os processos estão em preparação. É necessário apresentar resultados, procedimentos lançados, financiamento assegurado e obras no terreno.</p>



<p><strong>Durante o Congresso também se ouviram muitos socialistas, sobretudo autarcas, a criticarem a atuação dos anteriores governos do PS e do “PS de Lisboa” face ao Baixo Alentejo. Sente que são críticas legítimas?</strong></p>



<p>São críticas que devem ser ouvidas com seriedade. O PS fez muito pelo Baixo Alentejo, tomou decisões importantes e lançou investimentos estruturantes. Seria injusto apagar esse trabalho. Mas também seria errado fingir que tudo foi feito bem ou que todas as necessidades da região tiveram a resposta necessária. Houve projetos que demoraram demasiado tempo, prioridades que não foram concretizadas e decisões demasiado centralizadas, muitas vezes sem a participação suficiente de quem conhece o território. Um partido responsável deve saber valorizar o que fez, mas também reconhecer onde falhou. Não podemos exigir ao atual Governo aquilo que nunca fomos capazes de exigir aos nossos próprios governos. Quero uma Federação leal ao PS, mas não submissa. Uma Federação capaz de dialogar com a direção nacional, de contribuir para as soluções e, quando necessário, de dizer com clareza que o Baixo Alentejo precisa de mais atenção, mais investimento e maior presença nos centros de decisão. A lealdade ao partido não pode estar acima da lealdade ao território e às populações que representamos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Memórias, paisagens e emoções no estreia de António Lúcio nos livros</title>
		<link>https://correioalentejo.com/memorias-paisagens-e-emocoes-no-estreia-de-antonio-lucio-nos-livros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Fim de semana]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioalentejo.com/?p=73612</guid>

					<description><![CDATA[Tudo começou… nas páginas do “CA”! Foi a partir de uma crónica de opinião que escreveu para o nosso jornal, há cerca de seis anos, que o jornalista António Lúcio começou a gizar a história que havia de dar origem a O Fio da Memória, o seu romance de estreia e que foi apresentado no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tudo começou… nas páginas do “CA”! Foi a partir de uma crónica de opinião que escreveu para o nosso jornal, há cerca de seis anos, que o jornalista António Lúcio começou a gizar a história que havia de dar origem a <strong><em>O Fio da Memória</em></strong>, o seu romance de estreia e que foi apresentado no início de junho na Feira do Livro de Lisboa.</p>



<p>“Enquanto a escrevia [a crónica], senti que aquela história tinha potencial para crescer e ganhar uma dimensão mais ampla, dando origem a um romance”, conta ao “CA” António Lúcio, atual diretor-geral da Rádio Pax, de Beja.</p>



<p>De acordo com o autor, a narrativa “acompanha o regresso do protagonista à aldeia alentejana da sua infância”, onde, “através das suas recordações”, acaba por ser “conduzido por um Alentejo marcado pela dureza da vida rural, pelas marcas do Estado Novo e pelas profundas transformações decorrentes da Revolução de Abril”.</p>



<p>António Lúcio admite que a “inspiração” do livro é a vida, desde as pessoas que conheceu às histórias que ouviu contar ou as experiências que foi acumulando ao longo dos anos.</p>



<p>“No fundo, este livro é feito de memórias, sentimentos, cheiros, paisagens e emoções. É uma obra de ficção, mas alimentada por fragmentos de vida que, de uma forma ou de outra, ficaram guardados na memória e acabaram por encontrar o seu lugar nesta história”, afiança.</p>



<p>Mas apesar de ser um livro de ficção, António Lúcio não esconde que a sua “veia” de jornalista também se faz sentir ao longo das páginas de <strong><em>O Fio da Memória</em></strong>.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>&#8220;Este livro é feito de memórias, sentimentos, cheiros, paisagens e emoções. É uma obra de ficção, mas alimentada por fragmentos de vida que, de uma forma ou de outra, ficaram guardados na memória e acabaram por encontrar o seu lugar nesta história.&#8221;</p></blockquote></figure>



<p>“O jornalismo ensinou-me a procurar o lado humano dos acontecimentos. A diferença é que, na ficção, tive a liberdade de aprofundar emoções, sentimentos e motivações das personagens de uma forma que o trabalho jornalístico nem sempre permite”, diz.</p>



<p>Recuando até um passado bastante presente na região, o romance de estreia de António Lúcio não deixa também de suscitar um exercício de reflexão sobre aquilo que foi e é o Alentejo. Para o bem e para o mal!</p>



<p>“Naturalmente, ao longo da narrativa surgem temas ligados ao Alentejo, às mudanças sociais, às transformações trazidas pela Revolução de Abril e à forma como essas mudanças afetaram a vida das pessoas. Mas não procurei fazer uma análise histórica, política ou sociológica da região, nem apresentar respostas ou conclusões definitivas”, frisa.</p>



<p>Por isso, continua, o veredito final pertencerá a cada um dos leitores. “Cada um fará a sua própria leitura da obra, de acordo com a sua experiência, sensibilidade e visão do mundo. Se o livro suscitar reflexão sobre o passado, o presente ou o futuro da região, ficarei satisfeito, mas o meu papel, enquanto autor, foi sobretudo o de contar uma história e deixar ao leitor a liberdade de interpretar o que nela encontra”, reforça.</p>



<p>Apesar de <strong><em>O Fio da Memória</em></strong> só agora chegar às bancas, António Lúcio já tem um segundo romance concluído, baseado numa história verídica passada no Litoral Alentejano, perto da Zambujeira do Mar.</p>



<p>“É um relato na primeira pessoa, com uma abordagem diferente da deste livro, mas igualmente marcado pela dimensão humana e emocional dos acontecimentos”, conta o autor ao “CA”, acrescentando: “Agora, resta perceber qual será o momento certo para o levar até aos leitores”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Marcelo Guerreiro garante que PS vai “defender o Baixo Alentejo”</title>
		<link>https://correioalentejo.com/marcelo-guerreiro-garante-que-ps-vai-defender-o-baixo-alentejo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:32:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioalentejo.com/?p=73524</guid>

					<description><![CDATA[O novo presidente da Federação do Baixo Alentejo do PS, Marcelo Guerreiro, garante que a estrutura vai defender a região e fazer uma oposição “responsável, mas exigente” ao Governo da AD. “Recebemos um mandato para defender o Baixo Alentejo, para defender as pessoas, para defender os seus municípios. […] Defender os investimentos que a região [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O novo presidente da Federação do Baixo Alentejo do PS, Marcelo Guerreiro, garante que a estrutura vai defender a região e fazer uma oposição “responsável, mas exigente” ao Governo da AD.</p>



<p>“Recebemos um mandato para defender o Baixo Alentejo, para defender as pessoas, para defender os seus municípios. […] Defender os investimentos que a região precisa e dar voz a um território que contribui muito para Portugal, mas que continua, demasiadas vezes, longe das prioridades nacionais”, assumiu Marcelo Guerreiro no encerramento do congresso federativo do PS do Baixo Alentejo, que se realizou neste domingo, 12, em Serpa.</p>



<p>De acordo com o novo líder socialista, que sucede no cargo a Nelson Brito, o Baixo Alentejo “produz alimentos, produz energia, produz riqueza, protege recursos naturais, acolhe investimento e ocupa uma posição estratégica entre o Atlântico e Espanha”.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>“Vamos ser uma oposição responsável, mas exigente. Apoiaremos tudo aquilo que sirva a nossa região, mas denunciaremos cada atraso, cada incumprimento e cada promessa sem consequência”, disse Marcelo Guerreiro.</p></blockquote></figure>



<p>“Mas continua a enfrentar salários baixos, perda de população, falta de habitação, serviços públicos frágeis e acessibilidades insuficientes”, frisou, para logo acrescentar: “O Baixo Alentejo não pode continuar a dar tanto ao país e receber tão pouco em retorno”.</p>



<p>Nesse âmbito, continuou o também autarca de Ourique, a Federação do Baixo Alentejo do PS irá ser “exigente com o Governo”, mas também com o seu próprio partido.</p>



<p>“Vamos ser uma oposição responsável, mas exigente. Apoiaremos tudo aquilo que sirva a nossa região, mas denunciaremos cada atraso, cada incumprimento e cada promessa sem consequência”, disse Marcelo Guerreiro.</p>



<p>O presidente do PS do Baixo Alentejo garantiu ainda que a Federação não irá aceitar que “responsabilidade seja confundida com resignação”.</p>



<p>“Seremos responsáveis no apoio e firmes na exigência. E vamos levar esta exigência a todo o território”, concluiu.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pinela Fernandes. “Não consegui dizer não ao Mineiro Aljustrelense”</title>
		<link>https://correioalentejo.com/pinela-fernandes-nao-consegui-dizer-nao-ao-mineiro-aljustrelense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioalentejo.com/?p=73490</guid>

					<description><![CDATA[Em entrevista ao “CA”, o novo presidente do Mineiro Aljustrelense, José Pinela Fernandes, revela as ambições que traz para o clube, garantindo que uma prioridade será construir uma equipa competitiva para disputar o Campeonato de Portugal. Foi eleito presidente do Mineiro Aljustrelense a 2 de Junho. O que é que o fez avançar para este [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em entrevista ao “CA”, o novo presidente do Mineiro Aljustrelense, José Pinela Fernandes, revela as ambições que traz para o clube, garantindo que uma prioridade será construir uma equipa competitiva para disputar o Campeonato de Portugal.</p>



<p><strong>Foi eleito presidente do Mineiro Aljustrelense a 2 de Junho. O que é que o fez avançar para este desafio?</strong></p>



<p>Trata-se de um desafio que comporta também grandes responsabilidades. O presidente da Mesa da Assembleia Geral e outros elementos do clube que pertenciam à anterior direção propuseram-me que eu organizasse uma lista, porque tinha havido duas assembleias em que não apareceu nenhuma lista. Fiquei muito sensibilizado, porque sou da terra! Ali nasci, depois tive uma passagem por Lisboa, onde tirei os meus estudos, vim para Beja, onde exerço a minha profissão, mas frequentemente vou a Aljustrel, onde tenho atividade profissional e um investimento muito grande. Então, naturalmente, o Mineiro seduziu-me, porque também joguei ali futebol…</p>



<p><strong>Foi um apelo a que não conseguiu dizer que não?</strong></p>



<p>Não consegui mesmo dizer que não, é mesmo verdade, é do coração! O Mineiro Aljustrelense diz-me muito, porque além de ser a minha terra, foi o clube que eu representei durante breves anos.</p>



<p><strong>A sua principal prioridade nestes primeiros momentos tem sido a preparação da nova época desportiva, em que a equipa sénior de futebol vai entrar no Campeonato de Portugal?</strong></p>



<p>Naturalmente que sim. Já fizemos a inscrição respetiva na Federação Portuguesa de Futebol e estamos a preparar o plantel com muita atenção, com muito rigor, porque a responsabilidade é muito grande. E estamos a preparar, dentro daquilo que são as nossas possibilidades, o plantel, a fazer alguns ‘retoques’, apesar de querermos manter o maior número possível de jogadores que foram, de facto, vencedores. Mas vamos melhorar o plantel, face à exigência que nos é colocada.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>O Mineiro está numa situação estável, quer desportiva quer financeiramente. Temos uma posição consolidada a nível financeiro.</p></blockquote></figure>



<p><strong>O Campeonato de Portugal é sempre mais exigente em todos os aspetos, mas, sobretudo, do ponto de vista financeiro. Nesse plano, o Mineiro Aljustrelense está numa situação estável?</strong></p>



<p>Sim, o Mineiro está numa situação estável, quer desportiva quer financeiramente. Temos uma posição consolidada a nível financeiro. Aliás, as contas aprovadas na última Assembleia Geral do clube mostram, de facto, que a anterior direção teve uma preocupação muito grande pelo aspeto financeiro, para deixar o clube preparado para quem viesse a seguir. É claro que vai haver necessidade de um investimento maior, face às exigências que nos são colocadas, mas penso que vamos estar à altura, apoiados por toda a gente de Aljustrel, por todos aqueles adeptos que acompanham o clube pelos diversos campos. É este “peso” enorme dos adeptos, dos sócios, da terra, que nos move.</p>



<p><strong>O Mineiro Aljustrelense não é só futebol, tem também hóquei em patins e patinagem artística. Essa marca de ecletismo é para continuar e, eventualmente, ser aprofundada?</strong></p>



<p>É para continuar, naturalmente. Já falei com as pessoas que vão estar à frente dessas duas modalidades, que vão continuar. E vamos também reforçar as equipas dessas pessoas que colaboram nessas duas modalidades. Mas também não podemos esquecer a formação. O futebol do Mineiro não é só a equipa sénior, é também a formação. Portanto, vamos olhar muito especificamente para as camadas jovens do clube. Estamos numa fase de organização, também para que o futuro do Mineiro seja sempre salvaguardado. Isso é o principal!</p>



<p><strong>Do ponto de vista das infraestruturas, o clube conta com um estádio com excelentes condições, mas a sua sede tem muitas carências. Há algum projeto para esse espaço?</strong></p>



<p>O Estádio Municipal de Aljustrel é, talvez, a melhor infraestrutura [desportiva] do distrito. Portanto, por aí, estamos completamente satisfeitos! Relativamente à sede, queremos garantir apoios para a requalificar.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Líder do PS exige que Governo assegure continuidade das obras financiadas pelo PRR</title>
		<link>https://correioalentejo.com/lider-do-ps-carneiro-exige-que-governo-assegure-continuidade-das-obras-financiadas-pelo-prr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 23:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioalentejo.com/?p=73499</guid>

					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, exige que o Governo&#160;garanta, no futuro quadro comunitário, a continuidade das obras dos municípios financiadas pelo PRR que não estejam concluídas até final do programa, em agosto. “O Governo deve reunir e estabelecer compromissos claros com a Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), tendo em vista garantir que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, exige que o Governo&nbsp;garanta, no futuro quadro comunitário, a continuidade das obras dos municípios financiadas pelo PRR que não estejam concluídas até final do programa, em agosto.</p>



<p>“O Governo deve reunir e estabelecer compromissos claros com a Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), tendo em vista garantir que os investimentos que estavam contratualizados e planeados ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) devem ter continuidade de financiamento futuro, desejavelmente com as mesmas taxas de comparticipação”, disse o líder dos socialistas nesta quinta-feira, 9, em Beja.</p>



<p>José Luís Carneiro falava ao “CA” após a cerimónia de inauguração da nova sede da Federação do Baixo Alentejo (FBA) do PS, agora liderada pelo autarca de Ourique, Marcelo Guerreiro, eleito a 19 de junho e que sucedeu ao antigo deputado Nelson Brito.</p>



<p>O secretário-geral do PS revelou que tem sentido “muitos autarcas do país preocupados com o futuro de muitos desses investimentos”, mas também com “vontade de desistirem desses projetos e desresponsabilizarem-se em termos de garantias financeiras futuras”.</p>



<p>“Se isso acontecer, significa que poderá haver muitos equipamentos por todo o país que ficarão meio concluídos e meio por concluir”, indicou.</p>



<p>Por isso, concluiu, “é preciso que o Governo dê garantias claras aos autarcas de todo o país, por intermédio da ANMP, de que garantirá o financiamento no futuro quadro comunitário, nos mesmos termos que estava previsto no PRR”.</p>



<p>Na sua intervenção durante a cerimónia de inauguração da nova sede, o presidente eleito da FBA, Marcelo Guerreiro, manifestou a sua ambição de que o espaço não se limite a ser “um conjunto de quatro paredes”, mas sim “um espaço vivo e de construção política” por parte “do maior partido da região e aquele que mais responsabilidades tem perante os baixo-alentejanos”.</p>



<p>“Aquilo que eu peço é que este espaço seja verdadeiramente um espaço de mobilização e participação ativa”, para “podermos encarar aqueles que serão os desafios eleitorais que teremos, certamente, no futuro, com os melhores projetos, com as pessoas mais preparadas e mais qualificadas, para que o PS mereça a grande confiança dos baixo-alentejanos”, acrescentou.</p>



<p>Por sua vez, o presidente cessante da FBA, Nelson Brito, vincou que a nova sede é de “todos os socialistas”. “Esta sede é passado, é presente e será muito mais futuro”, reforçou.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MAI garante que obras no Posto da GNR de Castro Verde são “para ontem”</title>
		<link>https://correioalentejo.com/mai-garante-obras-no-posto-da-gnr-de-castro-verde-para-ontem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:02:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baixo Alentejo]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioalentejo.com/?p=73446</guid>

					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna, Luís Neves, garantiu esta terça-feira, 7, que as obras de reabilitação do Posto da GNR em Castro Verde, avaliadas em quase 1,2 milhões de euros, são para avançar com brevidade. “Para nós, para avançar [com esta obra] era ontem, porque andamos a falar há alguns anos sobre este assunto”, disse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, garantiu esta terça-feira, 7, que as obras de reabilitação do Posto da GNR em Castro Verde, avaliadas em quase 1,2 milhões de euros, são para avançar com brevidade.</p>



<p>“Para nós, para avançar [com esta obra] era ontem, porque andamos a falar há alguns anos sobre este assunto”, disse o governante ao “CA”, após ter reunido com o executivo da Câmara Municipal e visitado o Posto da GNR em Castro Verde.</p>



<p>Luís Neves afirmar esperar ter, “no final do mês”, a documentação necessária para a empreitada poder avançar.</p>



<p>“A seguir é avançar para a assinatura do contrato interadministrativo e para a sua execução”, acrescentou o ministro, considerando serem necessárias “instalações condignas” para “quem serve as pessoas, para quem trata das populações locais e para a coesão do território”.</p>



<p>Questionado sobre a possibilidade de, além das obras de reabilitação do Posto da GNR em Castro Verde ser reforçado com mais efetivo e viaturas, Luís Neves garantiu que o Governo irá tentar “encontrar soluções” para que isso seja possível.</p>



<p>“O concelho é grande, é disperso, é cortado por redes viárias muito relevantes do país e por isso entendemos que muitas das vezes são as forças de segurança, neste caso a GNR, que representa o Estado central. Por isso, é uma aposta muito grande do Governo dotar todo o território das melhores condições possíveis”, disse.</p>



<p>O governante deixou ainda uma palavra de agradecimento ao município pelo apoio prestado no projeto de reabilitação do Posto da GNR.</p>



<p>“Quero agradecer ao senhor presidente da Câmara este apoio e esta parceria que vai fazer com o Ministério da Administração Interna para dotarmos estas instalações das condições dignas para se poder trabalhar”, concluiu Luís Neves.</p>



<p>Segundo a autarquia, o Posto Territorial da GNR de Castro verde “será alvo de uma intervenção de reabilitação profunda”, num investimento de 1.186.836,17 euros, “no âmbito de um contrato de cooperação administrativa”.</p>



<p>“A empreitada, a ser lançada nas próximas semanas, permitirá melhorar as condições de funcionamento do edifício e reforçar as condições de trabalho dos militares da GNR, contribuindo para um serviço de maior qualidade prestado à população e para o reforço da segurança no concelho”, frisa o município.</p>



<p>Além de Castro Verde, <a href="https://correioalentejo.com/ministro-da-administracao-interna-visita-baixo-alentejo/">o ministro da Administração Interna vai passar também nesta terça-feira, 7, pelos concelhos da Vidigueira e Alvito</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vila de Aljustrel já tem variante rodoviária</title>
		<link>https://correioalentejo.com/vila-de-aljustrel-ja-tem-variante-rodoviaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 00:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Baixo Alentejo]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioalentejo.com/?p=73169</guid>

					<description><![CDATA[A vila de Aljustrel já tem uma nova variante rodoviária! A nova via, com uma extensão de 4,4 quilómetros, representa um investimento de 8,5 milhões de euros da Infraestruturas de Portugal (IP), financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e foi inaugurada na terça-feira, 16, pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro. “Espero que esta variante traga [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A vila de Aljustrel já tem uma nova variante rodoviária! A nova via, com uma extensão de 4,4 quilómetros, representa um investimento de 8,5 milhões de euros da Infraestruturas de Portugal (IP), financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e foi inaugurada na terça-feira, 16, pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro.</p>



<p>“Espero que esta variante traga mais qualidade de vida a todos”, afirmou o chefe do Governo na cerimónia.</p>



<p>Para o presidente da Câmara de Aljustrel, Fernando Ruas, a nova variante vai proporcionar “mais segurança ao centro da vila” e devolvê-lo “às pessoas, o que não seria possível com a necessidade de os carros pesados terem que a atravessar diariamente”.</p>



<p>De acordo com o autarca, Aljustrel era atravessado todos os dias por 50 camiões referentes à atividade da mina que, “muitas vezes, cruzavam-se nos dois sentidos”, o que “gerava constrangimentos enormes”.</p>



<p>“Com esta variante, todos esses problemas vão ficar resolvidos, porque essas viaturas vão deixar de ter necessidade de passar pelo centro da vila”, acrescentou.</p>



<p>A nova via faz entre a ligação da Estrada Regional 261 à Estrada Nacional (EN) 2, passando pela EN 383. O traçado inclui três rotundas, duas passagens superiores e uma passagem inferior.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“2026 vai ser mais um ano de crescimento” para a Caixa de Aljustrel e Almodôvar</title>
		<link>https://correioalentejo.com/2026-vai-ser-mais-um-ano-de-crescimento-para-a-caixa-de-aljustrel-e-almodovar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioalentejo.com/?p=73166</guid>

					<description><![CDATA[Depois de 2025 ter sido um ano de consolidação da atividade da Caixa Agrícola de Aljustrel e Almodôvar, o presidente da instituição bancária, Orlando Felicíssimo, diz ao “CA” esperar que 2026 seja “mais um ano de crescimento”. Como têm sido estes primeiros meses de 2026 para a Caixa Agrícola de Aljustrel e Almodôvar (CAA)? A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://correioalentejo.com/caixa-de-aljustrel-e-almodovar-consolidou-atividade-em-2025/">Depois de 2025 ter sido um ano de consolidação da atividade da Caixa Agrícola de Aljustrel e Almodôvar</a>, o presidente da instituição bancária, Orlando Felicíssimo, diz ao “CA” esperar que 2026 seja “mais um ano de crescimento”.</p>



<p><strong>Como têm sido estes primeiros meses de 2026 para a Caixa Agrícola de Aljustrel e Almodôvar (CAA)?</strong></p>



<p>A atividade tem decorrido com toda a normalidade&nbsp;e&nbsp;dentro daquilo que era expectável e acreditamos que vai ser mais um ano&nbsp;de crescimento da atividade da CAA. Ou seja, para já, aquilo que esperamos&nbsp;é que o ano volte a ser positivo&nbsp;para a nossa Caixa.&nbsp;Estamos num contexto de taxas de juro&nbsp;mais modestas e não esperamos que haja&nbsp;crescimentos ao nível dos resultados líquidos,&nbsp;por razões óbvias. Mas isso está tudo dentro daquilo que é expectável&nbsp;para o ano de 2026. Acreditamos que para o ano&nbsp;estaremos a olhar para trás&nbsp;com um sorriso semelhante ao deste ano.</p>



<p><strong>Mas existe uma expectativa de que as taxas&nbsp;de juro&nbsp;possam vir a aumentar. Isso não irá beneficiar a performance da CAA?&nbsp;</strong></p>



<p>Há uma expectativa de que,&nbsp;efetivamente, possa haver&nbsp;a subida das taxas de referência,&nbsp;que irão depois ter consequências&nbsp;no aumento da Euribor. No entanto, acredito que&nbsp;o impacto no ano de 2026&nbsp;vai ser residual.&nbsp;Os contratos são revistos periodicamente e, portanto, mesmo que&nbsp;estas taxas venham a subir até ao final&nbsp;do ano – o que é expectável que aconteça –, isso não vai&nbsp;ter reflexo significativo para já em 2026. Ou seja, vai ter alguns,&nbsp;mas a maioria só serão impactados&nbsp;já em 2027. Por isso, não estou à espera que haja&nbsp;um aumento de resultado líquido em 2026&nbsp;por via de uma possível&nbsp;subida das taxas de juros&nbsp;no segundo semestre.</p>



<p><strong>Vivemos um momento altamente conturbado no plano geopolítico e militar mundial. Como é que se trabalha e fazem previsões com toda esta&nbsp;imprevisibilidade do mercado?&nbsp;</strong></p>



<p>Já há bastante&nbsp;tempo que se vive assim…&nbsp;Nunca tivemos um período&nbsp;tão instável como nos últimos&nbsp;anos, pelo menos que me lembre, e estamos num período&nbsp;em que a instabilidade é total. Temos líderes&nbsp;mundiais que&nbsp;de manhã dizem uma coisa&nbsp;e à tarde já estão a dizer o seu contrário.&nbsp;Líderes mundiais&nbsp;que têm uma grande responsabilidade&nbsp;sobre aquilo que está a acontecer no mundo! Portanto, a imprevisibilidade&nbsp;talvez seja o fator mais&nbsp;previsível hoje em dia&nbsp;e algo a que todos temos que nos habituar. Temos que ter uma grande capacidade de adaptação e sermos&nbsp;rápidos perante os sinais que vão&nbsp;surgindo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mina de Aljustrel na &#8220;linha da frente da mineração moderna&#8221;</title>
		<link>https://correioalentejo.com/mina-de-aljustrel-na-linha-da-frente-da-mineracao-moderna/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 14:02:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioalentejo.com/?p=73146</guid>

					<description><![CDATA[mina de Aljustrel está na “linha da frente da mineração moderna”, depois da sua concessionária, a ALMINA – Minas de Portugal, ter inaugurado nesta terça-feira, 16, um investimento superior a 400 milhões de euros, nas áreas industrial e da sustentabilidade energética. O projeto “Feeding the Global Energy Transition” [“Alimentar a Transição Energética Global” em português], [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>mina de Aljustrel está na “linha da frente da mineração moderna”, depois da sua concessionária, a ALMINA – Minas de Portugal, ter inaugurado nesta terça-feira, 16, um investimento superior a 400 milhões de euros, nas áreas industrial e da sustentabilidade energética.</p>



<p>O projeto “Feeding the Global Energy Transition” [“Alimentar a Transição Energética Global” em português], que contou com a presença do primeiro-ministro, Luís Montenegro, na inauguração, foi desenvolvido ao longo dos últimos cinco anos pela ALMINA.</p>



<p>“Hoje é um marco histórico para a nossa empresa e para a indústria mineira em Portugal. É um dia de inauguração e de gratidão”, reconheceu na cerimónia de inauguração o presidente do conselho de administração da ALMINA, Humberto Costa Leite.</p>



<p>Avaliado em mais de 400 milhões de euros, o projeto foi financiado a fundo perdido em cerca de 28 milhões de euros pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), com base numa candidatura com um montante de investimento elegível de aproximadamente 100 milhões de euros, à Medida de Apoio à Descarbonização da Indústria.</p>



<p>O investimento permitiu a ampliação da capacidade produtiva da mina, passando a lavaria a poder processar dois minérios em simultâneo: cobre e zinco, no total de seis milhões de toneladas de minério por ano.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>&#8220;Hoje é um marco histórico para a nossa empresa e para a indústria mineira em Portugal&#8221;, reconhece o presidente do conselho de administração da ALMINA, Humberto da Costa Leite.</p></blockquote></figure>



<p>O projeto incluiu ainda, entre outros investimentos, a construção de uma unidade de produção de energia solar fotovoltaica para autoconsumo (UPAC), com uma capacidade de produção de energia superior a 40.000 megawatts-hora (MWh) por ano.</p>



<p>Segundo Humberto Costa Leite, “não há transição energética sem revolução digital e sem mineração”, nomeadamente cobre e zinco, metais produzidos na mina de Aljustrel. “A mineração é o ‘quilómetro zero’ da vida moderna. E esse ‘quilómetro zero’ tem uma morada histórica: Aljustrel”, vincou.</p>



<p>O gestor acrescentou que projeto inaugurado esta semana “nasceu há quase cinco anos”, tendo em vista o “pilar da competitividade operacional” da empresa e a sua necessidade “ter custos mais baixos” face à impossibilidade de controlar “os preços dos metais” ou “as flutuações diárias do câmbio euro-dólar”.</p>



<p>“Precisávamos de escala para ter custos mais baixos. Este projeto permite-nos processar os dois minérios, cobre e zinco, em simultâneo, interligando as duas linhas [de produção] e otimizando a recuperação dos metais com criação de mais valor”, afiançou.</p>



<p>Desde que retomou a sua atividade, em 2009, a ALMINA já investiu 940 milhões de euros na mina de Aljustrel, e conta atualmente com 1.511 colaboradores, diretos e indiretos. Concluído o projeto “Feeding the Global Energy Transition”, a empresa já tem novos investimentos no horizonte.</p>



<p>Segundo o presidente da concessionária, a empresa aguarda a emissão da declaração de impacto ambiental para “investir 150 milhões de euros ao longo de quatro anos” na abertura e construção do jazigo de Gavião, onde predomina o cobre.<br>A par disso, a ALMINA pretende avançar com a exploração experimental do jazigo de Albernoa, de zinco e cobre, “que após cinco anos e mais de 10,8 milhões de euros investidos em prospeção” permitiu “uma descoberta com alta probabilidade de ter valor económico”.</p>



<p>“Pedimos a atribuição de direitos de exploração experimental e aguardamos a celebração do contrato, mas já perdemos mais de um ano de tempo precioso devido aos ‘labirintos’ legislativos”, lamentou Humberto Costa Leite.</p>



<p>Perante o primeiro-ministro e os ministros da Economia e do Ambiente, Humberto Costa Leite explicou ainda que a ALMINA “tem uma fatura mensal superior a dois milhões de euros” em custos energéticos, pedindo ao Governo “decisões de longo prazo e corajosas” nesta área.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
