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	<title>Economia &#8211; Correio Alentejo</title>
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	<description>Jornal Correio Alentejo</description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 Jul 2026 09:18:51 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Economia &#8211; Correio Alentejo</title>
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		<title>Alentejo Litoral é o destino preferido dos portugueses nas férias de verão</title>
		<link>https://correioalentejo.com/alentejo-litoral-e-o-destino-preferido-dos-portugueses-nas-ferias-de-verao-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A região do Alentejo Litoral ultrapassou o Algarve e tornou-se o destino nacional preferido dos portugueses para as férias de verão, segundo o estudo “Férias dos Portugueses 2019-2026”, realizado pelo IPAM sobre os hábitos de férias dos portugueses. De acordo com o IPAM, os resultados do estudo mostram que “79% dos portugueses planeiam gozar férias [&#8230;]]]></description>
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<p>A região do Alentejo Litoral ultrapassou o Algarve e tornou-se o destino nacional preferido dos portugueses para as férias de verão, segundo o estudo “Férias dos Portugueses 2019-2026”, realizado pelo IPAM sobre os hábitos de férias dos portugueses.</p>



<p>De acordo com o IPAM, os resultados do estudo mostram que “79% dos portugueses planeiam gozar férias este verão, face aos 85% registados em 2019”, sendo que entre os destinos nacionais, “o Alentejo Litoral surge agora como a principal escolha, indicado por 60% dos inquiridos que fazem férias em Portugal”.</p>



<p>“O Algarve, que liderava em 2019, desce de 48% para 30%, enquanto o Norte Litoral ganha expressão, passando de 13% para 38%”, acrescenta.</p>



<p>O estudo refere ainda que “a praia continua a ser o principal fator na escolha do destino de férias, embora tenha perdido relevância nos últimos sete anos, passando de 59% para 47%”.</p>



<p>No plano financeiro, o orçamento médio previsto para as férias de verão, segundo o estudo do IPAM, “é de 750 euros por pessoa, um aumento de cerca de 5% face aos 712 euros registados em 2019”.</p>



<p>“Ainda assim, o estudo revela sinais claros de contenção: 43% dos inquiridos afirmam que vão gastar menos do que em 2025 e outros 43% dizem que irão manter o mesmo nível de despesa”, sendo que “apenas 14% admitem gastar mais”, acrescenta.</p>



<p>O estudo “Férias dos Portugueses 2019-2026” foi realizado pelo IPAM-Porto entre 15 e 26 de junho deste ano, através de questionário online e presencial, junto de uma amostra de 450 indivíduos maiores de 18 anos.</p>
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		<title>Nova campanha da Ambilital para reforçar a reciclagem de vidro</title>
		<link>https://correioalentejo.com/nova-campanha-da-ambilital-para-reforcar-a-reciclagem-de-vidro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Aumentar em 10% a reciclagem de embalagens de vidro é o objetivo da nova edição da campanha V de Vidro – Rally V, que a empresa intermunicipal Ambilital vai promover em 2026 nos sete concelhos alentejanos onde opera. Segundo a empresa sediada em Ermidas-Sado (Santiago do Cacém), o projeto volta a ter o apoio financeiro [&#8230;]]]></description>
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<p>Aumentar em 10% a reciclagem de embalagens de vidro é o objetivo da nova edição da campanha V de Vidro – Rally V, que a empresa intermunicipal Ambilital vai promover em 2026 nos sete concelhos alentejanos onde opera.</p>



<p>Segundo a empresa sediada em Ermidas-Sado (Santiago do Cacém), o projeto volta a ter o apoio financeiro da&nbsp;Sociedade Ponto Verde, através do programa Rede Recicla+, num valor de&nbsp;42 mil euros, o que representa 63% do seu investimento total.</p>



<p>“Este apoio reforçado é um sinal claro da confiança no trabalho que a Ambilital tem vindo a desenvolver e no impacto positivo do projeto junto das comunidades”, frisa a empresa em comunicado enviado ao “CA”.</p>



<p>A mesma fonte acrescenta que a edição de 2026 da campanha “envolverá os municípios de Alcácer do Sal, Aljustrel, Ferreira do Alentejo, Grândola, Odemira, Santiago do Cacém e Sines, promovendo uma dinâmica de participação comunitária em torno da reciclagem de vidro”.</p>



<p>Nesse âmbito, serão dinamizadas ações de sensibilização do canal HORECA&nbsp;(hotéis, restaurantes e cafés), “um setor com elevado potencial de produção de resíduos de embalagens de vidro”.</p>



<p>A campanha prevê ainda ações de proximidade&nbsp;junto da população, “levando a mensagem da reciclagem de embalagens diretamente às pessoas”, e o reforço da&nbsp; comunicação dirigida, para destacar “a importância de separar e depositar corretamente as embalagens de vidro”.</p>



<p>No comunicado, a Ambilital explica que o seu trabalho “não se limita à recolha e tratamento de resíduos”, sendo igualmente “um trabalho de proximidade e de sensibilização, que contribui para o aumento da reciclagem de embalagens de vidro e para o fortalecimento da economia circular na região”.</p>
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		<title>Alentejo promovido como destino turístico nos EUA</title>
		<link>https://correioalentejo.com/alentejo-promovido-como-destino-turistico-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Reforçar o posicionamento do Alentejo no mercado norte-americano foi o objetivo da ação de promoção que a Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo (ARPTA) promoveu, a 13 e 14 de julho, no Time Out Market New York, em Nova Iorque, nos EUA. Segundo a ARPTA, a ação pretendeu aproximar “o destino de profissionais com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Reforçar o posicionamento do Alentejo no mercado norte-americano foi o objetivo da ação de promoção que a Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo (ARPTA) promoveu, a 13 e 14 de julho, no Time Out Market New York, em Nova Iorque, nos EUA.</p>



<p>Segundo a ARPTA, a ação pretendeu aproximar “o destino de profissionais com capacidade de influenciar a venda e a comunicação da região, mas também de consumidores com interesse em viagens assentes em cultura, vinho, gastronomia, natureza, património e hotelaria de qualidade”.</p>



<p>“Os EUA são um mercado estratégico para o Alentejo, pelo perfil do viajante e pela valorização que dá à autenticidade, à cultura, ao vinho, à gastronomia e à qualidade da oferta”, afirma <strong>José Manuel Santos</strong>, presidente da ARPTA.</p>



<p>O responsável acrescenta que esta presença em Nova Iorque permitiu “mostrar um território preparado para crescer de forma qualificada, com propostas para todo o ano e para todo o Alentejo”.</p>



<p>O programa da iniciativa inclui uma apresentação do destino Alentejo, por <strong>José Manuel Santos</strong>, e uma intervenção de <strong>Maria do Céu Ramos</strong>, presidente da Associação Évora 2027, assim como uma <em>masterclass</em> de vinhos, acompanhada por uma proposta gastronómica criada pelo <em>chef</em> <strong>Filipe Ramalho</strong>, e apontamentos culturais e musicais.</p>
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		<item>
		<title>Alentejo 2030 apoia criação de habitação na região com 15,4ME</title>
		<link>https://correioalentejo.com/alentejo-2030-apoia-criacao-de-habitacao-na-regiao-com-154me/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa regional Alentejo 2030 lançou dois avisos de concurso, uma para a região em geral e outro para o Alentejo Litoral, para reforçar e qualificar o parque habitacional público para habitação social, com uma dotação global de 15,4 milhões de euros. Segundo a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, os avisos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O programa regional Alentejo 2030 lançou dois avisos de concurso, uma para a região em geral e outro para o Alentejo Litoral, para reforçar e qualificar o parque habitacional público para habitação social, com uma dotação global de 15,4 milhões de euros.</p>



<p>Segundo a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, os avisos “visam apoiar operações enquadradas no Programa de Apoio ao Acesso à Habitação – 1º Direito e nas respetivas Estratégias Locais de Habitação (ELH)”.</p>



<p>Os apoios destinam-se “à construção e reabilitação de habitação social e inclusiva, contribuindo para aumentar a oferta habitacional disponível para as populações com maiores dificuldades de acesso à habitação”, acrescenta a mesma fonte.</p>



<p>Nesse âmbito, o aviso dirigido à generalidade do território regional disponibiliza uma dotação de 9,2 milhões de euros de FEDER, enquanto o aviso específico para o Alentejo Litoral disponibiliza 6,2 milhões de euros do Fundo para uma Transição Justa (FTJ).</p>



<p>Em ambos os casos, a taxa máxima de cofinanciamento é de 95%.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>AMCAL aumenta recolha seletiva de resíduos nos primeiros seis meses de 2026</title>
		<link>https://correioalentejo.com/amcal-aumenta-recolha-seletiva-de-residuos-nos-primeiros-seis-meses-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação de Municípios do Alentejo Central (AMCAL), que gere o tratamento de resíduos urbanos em cinco concelhos dos distritos de Beja e Évora, registou no primeiro semestre de 2026 um aumento nos materiais recolhidos seletivamente face ao período homólogo do ano passado. Em comunicado enviado ao “CA”, a associação sediada em Cuba e que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Associação de Municípios do Alentejo Central (AMCAL), que gere o tratamento de resíduos urbanos em cinco concelhos dos distritos de Beja e Évora, registou no primeiro semestre de 2026 um aumento nos materiais recolhidos seletivamente face ao período homólogo do ano passado.</p>



<p>Em comunicado enviado ao “CA”, a associação sediada em Cuba e que abrange também os concelhos de Alvito, Vidigueira, Portel e Viana do Alentejo, revela que entre janeiro e junho deste ano registou “um crescimento de 9,7% na recolha de papel/cartão, com um total de 344 toneladas”.</p>



<p>Já no plástico/metal, “o crescimento situou-se nos 7,2%, com 266 toneladas, enquanto no vidro se verificou um aumento de 2% face a 2025, para 273 toneladas”.</p>



<p>Relativamente aos resíduos indiferenciados, a associação registou “uma diminuição de 2% na recolha nos primeiros seis meses deste ano face a 2025, para um total de 4.771 toneladas”.</p>



<p>De acordo com a AMCAL, “para estes resultados contribuíram as campanhas de comunicação desenvolvidas junto da população dos cinco concelhos da sua área de abrangência, com destaque para as iniciativas ‘Embalagem da Sorte’ e ‘Liga Vitrum’”.</p>



<p>“O crescimento registado pela AMCAL na recolha seletiva de resíduos nos primeiros seis meses de 2026 demonstra o compromisso da associação e dos municípios associados com as metas assumidas nos planos de ação municipais em matéria de gestão de resíduos urbanos para o horizonte 2030”, pode ler-se no comunicado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Produtores pecuários exigem “equidade” nas ajudas contra a língua azul</title>
		<link>https://correioalentejo.com/produtores-pecuarios-exigem-equidade-nas-ajudas-contra-a-lingua-azul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 17:05:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Oito organizações de produtores para a sanidade animal de todo o país exigem ao Governo “equidade” nos apoios concedidos para fazer face aos prejuízos causados pela ‘língua azul’, depois de alguns agricultores terem sido excluídos dessas ajudas. Em comunicado enviado ao &#8220;CA&#8221;, o Agrupamento de Uniões de Organizações de Produtores para a Sanidade Animal (OPSA), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Oito organizações de produtores para a sanidade animal de todo o país exigem ao Governo “equidade” nos apoios concedidos para fazer face aos prejuízos causados pela ‘língua azul’, depois de alguns agricultores terem sido excluídos dessas ajudas.</p>



<p>Em comunicado enviado ao &#8220;CA&#8221;, o Agrupamento de Uniões de Organizações de Produtores para a Sanidade Animal (OPSA), constituído por oito organismos, revela ter enviado uma carta ao ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, com esta exigência.</p>



<p>Em causa estão os apoios relacionados com os surtos de febre catarral ovina, conhecida como ‘língua azul’, ocorridos em 2025, “que deixaram produtores de fora das ajudas”, indica o agrupamento.</p>



<p>O documento foi subscrito pelas uniões dos Agrupamentos de Defesa Sanitária (ADS) do Alentejo, de Trás-os-Montes e Alto Douro, da Beira Interior, da Beira Litoral e do Ribatejo e Oeste, assim como pela União das Cooperativas Agrícolas de Defesa Sanitária de Entre Douro e Minho e pelas OPSA do Distrito de Viseu e do Algarve.</p>



<p>Segundo os subscritores, a recente portaria do Governo que possibilita apoios referentes aos prejuízos provocados pela doença da ‘língua azul’ é positiva, mas estes são “insuficientes face aos prejuízos reais”.</p>



<p>Na carta, o Agrupamento de Uniões de OPSA lembrou que a campanha de vacinação só arrancou a 12 de junho, “o que configura um início tardio”.</p>



<p>Além deste atraso, os representantes das organizações de produtores para a sanidade animal salientaram “que as quantidades de vacinas inicialmente disponibilizadas e as ruturas de ‘stocks’ atrasaram o processo”.</p>



<p>E, acrescentaram, no caso da vacina contra o serotipo 8 da ‘língua azul’, registou-se sempre “uma cadência inferior às necessidades e, sobretudo, desfasada temporalmente daquilo que era necessário”.</p>



<p>Na sequência das evidências “que demonstram o condicionamento das campanhas de vacinação”, os representantes das OPSA exigiram que o ministério considere elegíveis para os apoios os produtores “que só puderam vacinar os seus efetivos depois da ocorrência do foco”.</p>



<p>Em simultâneo, requereram “que sejam ainda elegíveis nas ajudas os produtores que tenham sido afetados por focos diferentes em anos distintos”, uma vez que várias explorações registam “mortalidade e morbilidade significativas nos dois surtos consecutivos, apesar de terem vacinado [o efetivo], nomeadamente contra o serotipo 3”.</p>



<p>“Não nos parece haver motivos para excluir explorações por já terem recebido ajudas para o surto anterior, pelo que entendemos ser de elementar justiça reconsiderar também esta situação”, concluíram os produtores na carta enviada ao Governo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>GALP tem novo projeto eólico para Odemira e Ourique</title>
		<link>https://correioalentejo.com/galp-tem-novo-projeto-eolico-para-odemira-e-ourique/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A GALP pretende avançar com um novo projeto eólico nos concelhos de Odemira e Ourique, que prevê a instalação de 22 aerogeradores, depois de ter deixado “cair” o contestado projeto do Parque Eólico das Cachenas. O desenho atual do projeto concentra a maior fatia do investimento no concelho de Odemira, onde se prevê a instalação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A GALP pretende avançar com um novo projeto eólico nos concelhos de Odemira e Ourique, que prevê a instalação de 22 aerogeradores, depois de ter deixado “cair” o contestado projeto do Parque Eólico das Cachenas.</p>



<p>O desenho atual do projeto concentra a maior fatia do investimento no concelho de Odemira, onde se prevê a instalação de 18 dos 22 aerogeradores planeados, injetando uma potência eólica adicional de 158,4 megawatts (MW).</p>



<p>Segundo as estimativas da GALP, a produção anual do complexo poderá rondar os 378 gigawatts/hora (GWh), volume que a petrolífera assume ser suficiente para abastecer mais de 114 mil famílias e evitar a emissão de cerca de 23 mil toneladas de CO2 por ano.</p>



<p>Embora a localização exata das torres e das linhas de alta tensão ainda possa sofrer alterações, a forte concentração prevista na zona serrana das freguesias de São Martinho das Amoreiras, Luzianes-Gare e Santa Clara-a-Velha, todas no concelho de Odemira, está a levantar sérias preocupações ambientais, por coincidir com áreas de risco de erosão, cabeceiras de linhas de água e solos de máxima infiltração.</p>



<p>Para mitigar a contestação e compensar o território, a GALP apoia-se no direito ao Fundo Ambiental, que estipula o pagamento de13.500 euros por MVA instalado aos municípios anfitriões.</p>



<p>Na última Assembleia Municipal, o presidente da Câmara de Odemira, Hélder Guerreiro, procurou tranquilizar o público ao esclarecer que o processo se encontra numa fase ainda muito embrionária e que não existe qualquer acordo firmado com a GALP.</p>



<p>O autarca sublinhou que, ao contrário do projeto das Cachenas – chumbado por incidir sobre a Rede Natura 2000 –, esta nova proposta prevê a hibridização direta à central de Ourique e garantiu ter exigido à promotora a realização de discussões públicas obrigatórias em todas as freguesias afetadas antes de qualquer passo definitivo.</p>



<p>Hélder Guerreiro relativizou ainda os números iniciais, apontando que a perspetiva transmitida pela empresa aponta agora para um teto máximo de 15 aerogeradores.</p>



<p>Apesar de o licenciamento caber à Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), competindo ao município apenas a verificação de condicionantes territoriais como a Reserva Ecológica Nacional (REN) ou a Reserva Agrícola Nacional (RAN), o autarca assegurou que a Câmara Municipal “estará ao lado da população” caso exista uma rejeição inequívoca e fundamentada contra a instalação de aerogeradores em locais concretos.</p>



<p><strong><em>Texto: Joaquim Bernardo</em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto “Multibanco + Perto” chega a três freguesias de Mértola</title>
		<link>https://correioalentejo.com/projeto-multibanco-perto-chega-a-tres-freguesias-de-mertola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As freguesias de Espírito Santo, de Santana de Cambas e de São Miguel do Pinheiro, São Pedro de Solis e São Sebastião dos Carros vão passar a ter já esta semana serviço de multibanco, no âmbito de um projeto lançado pelo Governo. Promovido pelo Ministério da Economia e da Coesão Territorial, em colaboração com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As freguesias de Espírito Santo, de Santana de Cambas e de São Miguel do Pinheiro, São Pedro de Solis e São Sebastião dos Carros vão passar a ter já esta semana serviço de multibanco, no âmbito de um projeto lançado pelo Governo.</p>



<p>Promovido pelo Ministério da Economia e da Coesão Territorial, em colaboração com o Banco de Portugal, a SIBS e a Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), o projeto “Multibanco + Perto” pretende “garantir o acesso a serviços bancários essenciais às populações que vivem em localidades sem qualquer ponto de atendimento bancário próximo”.</p>



<p>Nesse âmbito, o projeto permite a disponibilização de terminais de pagamento automático digitais (SmartPOS), que permitem a realização de 90% das operações disponíveis nas caixas Multibanco e que são as mais utilizadas pela população em geral.</p>



<p>Entre estas surgem “a disponibilização de numerário, pagamento de serviços, carregamento de telemóveis e consultas de saldo e movimentos”, explica o Ministério da Economia e Coesão Territorial em comunicado enviado ao “CA”.</p>



<p>A mesma fonte acrescenta que “esta solução tecnológica inovadora oferece ainda mobilidade total permitindo que pessoas com restrições de mobilidade possam aceder a estes serviços sem sair de casa, uma vez que o terminal pode deslocar-se ao encontro destes utilizadores de forma simples e segura”.</p>



<p>Caberá às juntas de freguesia a gestão da utilização dos terminais de pagamento automático e a disponibilização da liquidez necessária para assegurar o levantamento de dinheiro pelas populações que pretendam recorrer a este serviço.</p>



<p>O projeto arrancou esta semana e na sua fase-piloto irá abranger até 30 freguesias de todo o país, entre as quais três do concelho de Mértola.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ALMINA investe na formação de quadros superiores</title>
		<link>https://correioalentejo.com/almina-investe-na-formacao-de-quadros-superiores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A ALMINA &#8211; Minas do Alentejo, concessionária da mina de Aljustrel, estabeleceu uma parceria estratégica com o ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, através do ISCTE Executive Education, para o desenvolvimento colaborativo de programas de formação inovadores dirigidos aos colaboradores da empresa. Segundo adianta a empresa mineira ao “CA”, o primeiro curso a ser desenvolvido, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ALMINA &#8211; Minas do Alentejo, concessionária da mina de Aljustrel, estabeleceu uma parceria estratégica com o ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, através do ISCTE Executive Education, para o desenvolvimento colaborativo de programas de formação inovadores dirigidos aos colaboradores da empresa.</p>



<p>Segundo adianta a empresa mineira ao “CA”, o primeiro curso a ser desenvolvido, entre outubro de 2025 e abril deste ano, foi o Programa Executivo ALMINA MAIS – Decisão, Visão e Transformação para Gestores de Alto Desempenho, que contou com a participação de 24 quadro superiores da ALMINA, de diferentes áreas.</p>



<p>A formação, composta por 13 módulos divididos por 16 sessões, foi estruturada “para aliar ao rigor científico e académico do ISCTE Executive Education, a experiência prática e o conhecimento de mercado da ALMINA”.</p>



<p>“O foco na aquisição de competências-chave em <em>soft</em> e <em>hard skills</em>, traduziu-se na criação de laboratórios práticos de competências em liderança, comunicação, gestão de projetos, análise de performance empresarial, resolução de problemas complexos, <em>design thinking</em>, práticas com inteligência artificial (IA), entre outros”, explica a mesma fonte.</p>



<p>Entre janeiro e maio deste ano decorreu o segundo curso, denominado Programa Avançado para Alta Direção e desenhado “para otimizar as competências diretivas da empresa”, que contou com a participação de 13 quadros de direção ao longo de 10 módulos e duas palestras.</p>



<p>“Inserido numa cultura comum de forte exigência aplicacional, o programa consolidou a estratégia atual e futura da ALMINA, ao pragmatizar e alicerçar temas de gestão aplicada a equipas, tomada de decisões, projetos e liderança adaptativa”, explica a empresa.</p>



<p>A concessionária acrescenta que “sob a visão de futuro, que impera no acompanhamento da posição de vanguarda que a empresa ocupa, promoveram-se ainda núcleos de ativação de análise de agilidade empresarial, contexto tecnológico e IA, pensamento crítico e fundamentais financeiros do negócio, enquadrados em uma forte cultura de inovação”.</p>



<p>Os certificados de ambos os cursos foram entregues aos participantes, numa cerimónia de reconhecimento realizada, a 26 de maio, no Centro de Receção e Interpretativo do Parque Mineiro de Aljustrel e que contou com as presenças do presidente do conselho de administração da ALMINA, Humberto da Costa Leite, do presidente do ISCTE Executive Education, José Crespo de Carvalho, e de alguns docentes dos programas já concluídos.</p>



<p>Para a ALMINA, os cursos cocriados com o ISCTE Executive Education, instituição ocupa a 31ª posição mundial no Financial Times Education Ranking 2026, na categoria de programas customizados para empresas, “traduzem o investimento direto e impulsionador da empresa mineira nos seus profissionais, em linha ascendente de aperfeiçoamento e maximização de qualificações e talentos ao mais alto nível, espelhando as exigências intelectuais que a nova conjuntura exige”.</p>



<p>A empresa acrescenta que, “perante o sucesso das primeiras edições, novos projetos estão já a ser delineados, em prol do desenvolvimento contínuo, eixo central” na sua relação com os trabalhadores.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câmara de Castro Verde dinamiza comércio local no verão</title>
		<link>https://correioalentejo.com/camara-de-castro-verde-dinamiza-comercio-local-no-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Alentejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 00:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Castro Verde vai promover, a partir deste sábado, 4, o programa de dinamização do comércio local “Viva o Verão em Castro!”, que visa incentivar as compras no comércio tradicional e na restauração local. Segundo a autarquia, a iniciativa prolonga-se até 27 de setembro e destina-se aos estabelecimentos comerciais e de restauração do [&#8230;]]]></description>
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<p>A Câmara de Castro Verde vai promover, a partir deste sábado, 4, o programa de dinamização do comércio local “Viva o Verão em Castro!”, que visa incentivar as compras no comércio tradicional e na restauração local.</p>



<p>Segundo a autarquia, a iniciativa prolonga-se até 27 de setembro e destina-se aos estabelecimentos comerciais e de restauração do concelho, “valorizando a economia de proximidade e contribuindo para a dinamização do espaço público durante os meses de verão”.</p>



<p>“Com esta iniciativa, o Município de Castro Verde reafirma o seu compromisso com a valorização do comércio local, promovendo uma campanha que incentiva as compras de proximidade, dinamiza a atividade económica e convida castrenses e visitantes a viver o verão no concelho”, acrescenta.</p>



<p>À semelhança das edições anteriores, a campanha vai manter o modelo de concurso, atribuindo um cupão por cada 20 euros em compras ou consumo nos estabelecimentos aderentes.</p>



<p>Os participantes habilitam-se a diversos prémios através de três sorteios mensais, realizados ao longo da campanha, nomeadamente viagens para duas pessoas, fins de semana com alojamento, viagens de balão e <em>vouchers</em> de 75 e 50 euros para utilização no comércio local.</p>



<p>A iniciativa integra ainda os sorteios “Sábado Feliz!”, realizados às 12h00 nos sábados de Mercadinho, em que por cada 20 euros em compras nos estabelecimentos aderentes os clientes recebem um cupão específico, habilitando-se a ganhar um fim de semana para duas pessoas.</p>
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