Taxa de execução do InAlentejo quase duplicou em 2012

Taxa de execução do InAlentejo

A taxa de execução do Programa Operacional do Alentejo (InAlentejo) quase duplicou em 2012, passando de 22,12 para 42,10%, e fechou o ano com uma execução financeira de 463,8 milhões de euros, foi hoje divulgado.
“Não esperávamos que estes resultados pudessem ser atingidos, mas demonstram bem as vantagens do processo de dinamização interna e do envolvimento ativo de todos os parceiros regionais, num trabalho de proximidade constante”, afirmou o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, António Dieb.
O responsável da CCDR do Alentejo comentava à agência Lusa os últimos dados do InAlentejo, cuja taxa de execução aumentou, no ano passado, cerca de 20 pontos percentuais em relação ao ano anterior, de 22,12 para 42,10%.
De acordo com a CCDR do Alentejo, o programa conseguiu o seu melhor desempenho anual em 2012, com 1.534 projectos aprovados, um investimento total elegível aprovado de 1.089,4 milhões de euros e um co-financiamento comunitário do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) de 793,2 milhões de euros.
Segundo o mesmo organismo, com a concretização dos investimentos aprovados, prevê-se a criação de 4.871 postos de trabalho.
António Dieb destacou o “esforço enorme” feito pela equipa técnica para “garantir que o InAlentejo se aproxime do desempenho de outros programas operacionais regionais”, mas assinalou que “ainda falta compensar um esforço de 10 a 15 por cento de aproximação da execução média dos outros programas”.
“Salvaguardaram-se expectativas dos agentes da região em termos de verbas e de objetivos de elegibilidade e, por outro lado, fez-se uma grande aposta na atração de empresas para se apoiarem nos fundos comunitários e criarem melhores condições de investimento produtivo e competitividade”, realçou.
Como exemplo, frisou que “o eixo de apresentação de candidaturas e de afectação de verbas às empresas teve um crescimento muito satisfatório”, considerando que “as empresas alentejanas, apesar da crise, têm capacidade para olhar para a frente e reestruturar as suas atividades”.
Para este ano, o presidente da CCDR do Alentejo apontou que o objetivo é manter “este ritmo e este nível de motivação e proximidade dos agentes”.

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Correio Alentejo

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