Rui, Luís ou Miguel: quem irá liderar o PSD?

Rui

Rui Rio, Luís Montenegro ou Miguel Pinto Luz: um dos três vai liderar o PSD, cujas eleições directas para a presidência laranja se realizam já neste sábado, 11, num processo que deve levar milhares de militantes do PSD às urnas.
Estas são horas de apresentação de ideias e de contagem de “espingardas”, com os mandatários distritais de cada um dos três candidatos a manifestar, em declarações ao “CA”, confiança num triunfo.
Para Bernardo Nascimento, mandatário distrital do actual presidente do PSD, Rui Rio “é o melhor candidato” por “vários motivos”, entre os quais a “garantia da estabilidade do partido” e o facto de, “sendo líder da bancada parlamentar, ser a pessoa certa para fazer oposição ao Governo socialista”. “Será o líder certo para conduzir o PSD a bons resultados no próximo acto eleitoral, as eleições Autárquicas”, acrescenta.
Visão distinta tem João Guerreiro, que vê em Luís Montenegro “a capacidade e o engenho de reunir a família social-democrata, fraccionada pelo actual presidente, e conceder uma dimensão nacional ao PSD, em contraste com a dimensão regional a que a actual direcção nacional tem conduzido o partido”. “Com Luís Montenegro à frente dos destinos do PSD, Portugal passará a ter uma verdadeira alternativa ao desgoverno do PS”, frisa o mandatário do antigo líder da bancada parlamentar laranja.
Por seu lado, o mandatário de Miguel Pinto Luz no distrito de Beja considera que o actual vice-presidente da Câmara de Cascais “será um líder à altura do melhor que o PSD teve na sua história”. “É o candidato melhor preparado, é a solução do futuro. Não tem medo, quer ganhar. Não tem pressa, tem uma missão de longo curso e um plano para o país”, garante José Diogo Santos, para logo acrescentar: “É o candidato que saberá unir esta grande família chamada PSD. Com ele, o PSD será, novamente, um lugar onde cabem todos os militantes”.
Nenhum dos mandatários no distrito de Beja dos candidatos à presidência do PSD deseja uma segunda volta, esperando a eleição daquele que defendem. Depois, garantem os três, são muitos os desafios que o partidos tem pela frente.
Para José Diogo Santos, mandatário de Miguel Pinto Luz, um desses desafios “será unir de novo a grande família chamada PSD”. “O segundo é que o PSD seja capaz de voltar a ser um partido com ambição, responsável, inovador e transformador da sociedade”, diz.
O mandatário de Luís Montenegro é mais sintético. O grande desafio é “mostrar-se ao país como uma verdadeira alternativa credível para governar Portugal”, afirma João Guerreiro.
Opinião semelhante tem o mandatário de Rui Rio no distrito, Bernardo Nascimento, para quem o maior desafio que o PSD tem pela frente “é reconquistar a confiança do eleitorado perdido nas últimas eleições Legislativas” e mostrar “aos portugueses que é uma força política digna de confiança e importante para Portugal”.

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Correio Alentejo

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