PS preocupado com futuro do Museu Regional

PS preocupado com

A Federação do Baixo Alentejo do PS está preocupada com o futuro do Museu Regional e dos seus trabalhadores, temendo igualmente pela sustentabilidade da CIMBAL.
No início da semana, a maioria CDU no conselho intermunicipal da CIMBAL aprovou a passagem do património (em que se inclui o Museu Regional) e dos trabalhadores da Assembleia Distrital de Beja para a esfera da comunidade intermunicipal, admitindo a possibilidade de a Câmara de Beja vir a receber no futuro esse património e funcionários.
Apesar de no essencial não discordarem desta proposta, os autarcas do PS defenderam na reunião que a execução desse plano “fosse feita com um calendário concreto e bem definido”, até 2017, “coincidindo com o período do actual mandato autárquico e para que o processo não fique ‘ao sabor’ das vontades e circunstâncias do futuro”.
A proposta socialista acabou por ser recusada pela CDU e em comunicado o PS vem agora a público garantir que teme que a CIMBAL corra “o risco de repetir o que sucedeu com a AMBAAL e tornar-se quase insustentável”.
Na nota enviada ao “CA”, os socialistas afirmam ainda que o Museu Regional “sujeita-se a continuar como está, porque a CIMBAL não tem vocação nem objectivos de gestão do museu, nem estratégia para o valorizar como a cidade e a região merecem”.
E alerta que “os funcionários acabam por ficar numa situação de grande intranquilidade e dúvida semelhante à actual”, já que como propunha o PS, a sua integração na Câmara de Beja “ofereceria maior estabilidade” e mais “garantias para o futuro”.
Na opinião dos socialistas do Baixo Alentejo, a sua proposta permitiria que a Câmara de Beja tivesse tempo “para incorporar os compromissos financeiros com os funcionários nos orçamentos que restam até ao final do actual mandato autárquico”, ficando em simultâneo “com um património importante para gerir, valorizar e até obter receita no imediato”.
“Apesar dos evidentes méritos desta proposta do PS, os eleitos da CDU preferiram seguir um caminho repleto de indefinições, sobretudo para os trabalhadores da Assembleia Distrital”, acrescenta em tom crítico a Federação socialista, sublinhando que a atitude da CDU, “ao invés de valorizar e defender as pessoas, privilegia uma estratégia assente em meros interesses partidários”.

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Correio Alentejo

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