PS Odemira aponta pecados do Governo PSD-CDS no concelho

PS Odemira aponta pecados

A Concelhia de Odemira do Partido Socialista identificou um total de sete “pecados” cometidos pelo Governo PSD/ CDS-PP no concelho ao longo dos últimos quatro anos.
“São sete pecados capitais da coligação que prejudicam gravemente o concelho de Odemira, com consequências nefastas para todos os odemirenses e para todos aqueles que vivem e desenvolvem as suas actividades económicas neste território”, vinca o PS de Odemira em comunicado, acrescentando que a actual maioria governativa “revelou inércia e incapacidade para resolver os problemas de Odemira que são de sua responsabilidade e ainda criou outros por clara incompetência”.
O primeiro “pecado” identificado pelos socialistas tem que ver com as acessibilidades.
“Como pode Odemira, um concelho conhecido pela sua qualidade de vida, paisagens, turismo, cultura e potencial agro-florestal, estar com as actuais condições de acessibilidade?”, questiona o PS, acusando o Governo PSD/ CDS-PP de tornar Odemira num concelho “esquecido no mapa” e “onde as estradas nacionais se encontram em avançado estado de degradação, onde acesso à capital do distrito ultrapassa uma hora de viagem e onde até à A2 é preciso percorrer cerca de 100km a partir das praias do litoral do concelho”.
Os socialistas perguntam ainda sobre “o que é feito dos projectos de ligação de Odemira a Ourique ao IC1/ A2 e ao IP2, e do denominado IC4, que estavam em curso em 2011?”
“Estamos em pleno ano 2015 e passados quatro anos nada foi feito por Odemira, excepto deixar que se degradassem mais estradas e se dificultasse mais a vida aos odemirenses e aos que nos visitam”, sublinha o PS.
O segundo "pecado capital" do Governo PSD/ CDS-PP relativamente ao concelho de Odemira é, segundo os socialistas, a Economia, muito devido à intenção de se avançar com a IGP Medronho do Algarve incluindo freguesias de Odemira.
“Numa atitude sem precedentes, o Governo PSD/ CDS, através da sua Direcção Regional, incorporou ilegalmente freguesias do concelho de Odemira na IGP Medronho do Algarve, sem que nunca tenha existido um contacto com os produtores, as associações locais, os cidadãos ou as autarquias, num acto unanimemente repudiado por todos – excepto pelos órgãos locais dos dois partidos da coligação”, acusa o PS odemirense.

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Correio Alentejo

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