PS do Baixo Alentejo quer vitória histórica nas legislativas

PS do Baixo Alentejo quer

O PS do Baixo Alentejo ambiciona garantir uma “vitória histórica” e, ao mesmo tempo, recuperar o segundo mandato eleito por Beja nas eleições legislativas do próximo ano.
O desejo foi expresso pelo reeleito presidente da Federação do Baixo Alentejo, Pedro do Carmo, durante o discurso que encerrou o XVI Congresso Federativo, que decorreu este domingo, 21, em Almodôvar.
Na sua intervenção, Pedro do Carmo garantiu não aceitar “que nenhum Governo olhe o interior com desprezo pela quantidade de votos que representa” ou que algum camarada socialista, “dirigente ou não”, coloque em causa “o trabalho empenhado” realizado pelo PS na região.
Contra isso, “vamos responder com uma vitória histórica nas eleições legislativas de 2015, voltando a eleger dois deputados ao lado dos nossos concidadãos, para que se oiçam as vozes da esperança dos baixo-alentejanos”, desafiou Pedro do Carmo.
No seu discurso, o reeleito presidente do PS do Baixo Alentejo lançou alguns recados internos, apelando à unidade, e não deixou de criticar fortemente a oposição, da esquerda à direita.
“Para os comunistas, sempre que existe um problema, a prioridade é cavalgar a onda do problema à custa das pessoas. E na direita, como agora se entende melhor que nunca, sempre que se deparam com um problema apressam-se a criar novos e mais difíceis problemas”, disse.
Para Pedro do Carmo, a solução acaba por estar no PS, até porque, argumentou, sempre que os socialistas estiveram no Governo o Baixo Alentejo avançou.
“Sempre que o PS governa, as soluções não se ficam por palavras de circunstância e por isso somos um grande partido. Somos o partido que mais investiu em saúde, que mais investiu em educação, em acessibilidades, em justiça e na modernização dos territórios do interior”, acrescentou.
O XVI Congresso Federativo do PS do Baixo Alentejo decorreu ao longo de todo o domingo, 21, em Almodôvar, tendo a moção política de Pedro do Carmo, “A Força do Baixo Alentejo”, aprovada com apenas uma abstenção.
Já a Comissão Política Federativa, a Comissão Federativa de Jurisdição (liderada por Maria do Céu Valente) e a Comissão Federativa Económica e Financeira (presidida por Vicente Maurício) foram aprovadas com 105 votos favoráveis e cinco abstenções.

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Correio Alentejo

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