PS de Beja exige saída de administrador da EMAS

PS de Beja exige saída

O PS de Beja defende que o administrador-executivo da EMAS – Empresa Municipal de Água e Saneamento de Beja, Alexandre Leal, “deveria de imediato demitir-se”.
A posição da Concelhia de Beja dos socialistas surge em comunicado e é justificada, entre outros argumentos, pela “manifesta incapacidade demonstrada pela EMAS em reagir à situação de degradação da rede de distribuição de água na cidade de Beja” e pela “não continuação da modernização e substituição da rede de água” da cidade, “opção que inviabiliza até que intervenções anteriores se traduzam em benefícios reais para a população”.
O PS de Beja critica ainda “a desvalorização qualitativa de que tem sido objecto o laboratório da EMAS” e as “opções estratégicas da empresa de natureza duvidosa e diferentes daquelas que deveriam ser o seu principal foco de actuação, que conduziram à sua instrumentalização para pagamento de festas de passagem de ano ou a aquisição de uma máquina usada de fazer alcatrão, por preços elevados e sem garantia”.
Tudo isto leva o PS de Beja a defender que o conselho de administração da EMAS “não reúne mais as condições necessárias para continuar a desempenhar as suas funções ao serviço da comunidade”.
“Só podendo dois dos membros do actual conselho de administração ser alterados por via de eleições autárquicas, considera o PS de Beja que nesta fase, de total incapacidade de resposta da empresa, o administrador-executivo da EMAS deveria de imediato demitir-se”.
Na resposta, e em comunicado assinado pelo presidente João Rocha, a Câmara de Beja afirma “não alimentar polémicas estéreis, que resultam da necessidade mediática do PS, muito menos em torno de matérias tão sensíveis como sejam o abastecimento público de água à população”.

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Correio Alentejo

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