PS acusa Governo PSD/ CDS-PP de atacar o Baixo Alentejo

PS acusa Governo PSD/ CDS-PP de atacar o Baixo Alentejo

A Federação do Baixo Alentejo (FBA) do PS acusa o actual Governo PSD/ CDS-PP de atacar o Baixo Alentejo através da “destruição” de alguns dos projectos considerados essenciais ao desenvolvimento da região.
“A governação deve ser um acto de responsabilidade, a favor das pessoas e do serviço público, que merece sempre o seu empenho na defesa dos interesses regionais, como o PS tem cumprido nas suas obrigações de governação. A governação que se baseia na destruição dos projectos, na redução dos serviços prestados e no ataque sistemático às pessoas e aos território, evidencia, uma vez mais, o desrespeito que PSD e CDS têm pelo desenvolvimento do Baixo Alentejo, num ataque sem precedentes ao futuro da região”, vinca o comunicado dos socialistas emitido esta terça-feira, 4, depois da primeira reunião do novo Secretariado da FBA, agora liderada por Pedro do Carmo.
No comunicado, o PS baixo-alentejano revela ter solicitado uma reunião com carácter de urgência com o Grupo de Trabalho do Aeroporto de Beja, uma vez que considera que o actual processo de privatização da ANA – Aeroportos de Portugal, “com implicações directas no desenvolvimento do projecto de dinamização do aeroporto de Beja, resulta num conjunto de incertezas e de indefinições que importa ver esclarecidas”.
Sobre a interrupção das obras de construção da A26 e de requalificação do IP2 “por decisão do Governo”, os socialistas alegam tratar-se de “uma afronta à dinâmica de desenvolvimento regional que os governos do PS introduziram, com prejuízos enormes para o Estado Português, agravamento das condições de insegurança rodoviária, geração de mais desemprego e, sobretudo, a degradação do investimento já realizado, cujos resultados finais suportariam novas dinâmicas económicas e de competitividade”.
Finalmente, o Secretariado da FBA do PS argumenta que os “ataques do Governo à escola pública, tornando-a refém de uma visão financeira e de desqualificação do ensino, com prejuízos para a formação de jovens e sem estímulos para professores, são a marca de opções ideológicas e economicistas que acentuam o retrocesso da sociedade”.

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Correio Alentejo

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