PCP denuncia carências nas Finanças de Odemira

PCP denuncia carências

O serviço de Finanças de Odemira encontra-se a funcionar numa “situação muito grave de carência de pessoal”, com apenas seis dos 14 postos de trabalho ocupados.
O alerta parte do deputado do PCP eleito por Beja, João Ramos, garantindo que esta informação foi confirmada pelo director distrital de Finanças, bem como por dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI) e funcionários de repartições de outros concelhos.
O serviço de Finanças de Odemira funciona com “menos de metade das vagas preenchidas”, situação que os responsáveis reportaram como sendo “muito preocupante”, refere João Ramos.
O deputado já questionou o Governo a este respeito, pretendendo saber se “o facto de não estarem a insistir na capacitação daquela estrutura” está relacionado com a anunciada reorganização dos serviços de Finanças.
João Ramos afirma tratar-se de uma situação “estranha”, uma vez que “em todas as notícias que saem relativamente a encerramento de Finanças se prevê sempre a manutenção de Odemira”.
“Relativamente a Beja, ainda não sabemos quantas vão encerrar, mas, até na situação mais minimalista, em que só ficarão duas repartições, uma delas é Beja e a outra é Odemira”, sustenta.
Para João Ramos, a confirmar-se que o serviço de Finanças da vila do litoral alentejano “é para manter”, o estado em que se encontra “não faz sentido”.
“Não fazia sentido de qualquer maneira, mas menos sentido faz ainda”, reforça.
No documento entregue pelo PCP na Assembleia da República, o deputado questiona ainda o Governo quanto àquilo que “está a ser feito para dotar a Repartição de Finanças de Odemira dos meios humanos necessários ao seu funcionamento”.
Os comunistas pretendem igualmente saber quando é que o Ministério das Finanças prevê “ter a situação regularizada”.

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Correio Alentejo

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