Museu do FC Castrense abre portas este sábado

Museu do FC Castrense

É uma história com quase 62 anos que, a partir deste sábado, 24 de Janeiro, estará ao alcance de uma visita à sede do FC Castrense, principal emblema de Castro Verde.
Situado na praça Adriano Correia de Oliveira (na sede do clube), o novo espaço abre as portas às 17h30, logo a seguir ao jogo com o FC Serpa, para mostrar um passado repleto de conquistas, momentos marcantes, muitas pessoas e sentimentos que temperam uma história que, afinal, muitas vezes se cruza com a história da própria vila.
Entre os troféus expostos, destaca-se a primeira taça conquistada pelo futebol sénior, na temporada de 1963-1964, que o presidente do clube, Carlos Alberto Pereira, qualifica como um “troféu espectacular para ser visto”.
Mas, obviamente, há muito mais para apreciar!
“É o concretizar de mais um objectivo desta direcção. Vai ser um espaço onde todos os castrenses poderão ver grande parte dos troféus durante o longo historial do nosso clube, assim como um registo fotográfico”, explica o presidente do Castrense, adiantando que o museu conta ainda com um espaço multimédia “onde qualquer antigo atleta ou dirigente” pode apreciar o cartão oficial que usou nas competições.
“Vamos dar o cartão original àqueles que o solicitarem” – explica Carlos Pereira, adiantando que o novo museu vai ser “um espaço digno e à medida de um clube grande a nível regional”.
“Será um espaço que certamente deixará todos os castrenses orgulhosos”, adivinha.
O projecto agora concluído “custou entre oito e nove mil euros”, suportados quase na totalidade com capitais próprios do clube e um apoio na ordem de 10% concedido por uma empresa.
Carlos Pereira explica que a criação do museu é um trabalho que começou “há mais de um ano” e admite que obrigou a uma “intensa pesquisa” para reunir os testemunhos sobre a vida do clube e, “inclusive alguns equipamentos antigos”.
Visivelmente satisfeito com o resultado final, o presidente do FC Castrense não está surpreendido com o espólio reunido e acredita que o museu vai orgulhar verdadeiramente os sócios.
“Estou aqui há 10 anos e tenho a noção de toda a história e de todas as pessoas que estiveram envolvidas, de uma forma ou outra, na vida do clube. Sinto emoção quando olho para os troféus e sinto neles o esforço e o suor de muita gente”, conclui Carlos Alberto Pereira.

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Correio Alentejo

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